Entrevista – 27/02/13

Entrevista com Aristeu Leonardo Tavares – Ex-presidente da comissão de arbitragem da CBF

qua, 27/02/13 – por Gaciba

Confira a entrevista cedida com exclusividade para o blog de Aristeu Leonardo Tavares no dia de hoje. Ele nega denúncias contra árbitros, fala do stress da função, o peso da família em sua decisão e sobre o retorno para a área de instrução.

Aristeu regressa para sua grande paixão: Instrução

1.       Em primeiro lugar, como se deu o processo de sua demissão? Pelo relato oficial da entidade foi um pedido que partiu de você. Essa informação é correta?

Sim. Na verdade ao assumir no dia 22 de agosto passado, eu não vivia um momento confortável, pois meu pai, esteio da minha família havia falecido a menos de duas semanas, porém pesou o compromisso com a arbitragem de retribuir minimamente o que me concedeu em realizações e alegrias por mais de vinte anos.

Foi um período complicado tendo em vista o momento delicado da competição nacional. Procuramos conduzir para os sorteios árbitros experientes mesclados com jovens valores e isto deu certo e tivemos as quatro series terminando sem contestações.

Ontem então em conversa com o Presidente Marin e com o Vice Executivo Marco Polo Del Nero solicitei meu afastamento visando ter mais tempo para a família, surgindo então o convite para ser Diretor Adjunto da ENAF coordenando com o Salvio os demais instrutores estaduais no pilar técnico.

2.       A entrevista para o jornal Goiano foi “O MOTIVO” ou um dos motivos de sua decisão?

Na verdade foi um somatório de pequenas questões, porém com toda a certeza após ter passado para a inatividade na Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro foi a falta de tempo por conta das inúmeras atribuições inerentes ao cargo de Presidente da CA para “curtir” um pouco mais a família, que em todos estes anos tendo em vista minhas obrigações de Comandante, Chefe ou Diretor, pois comandei na PMERJ desde Major, fato raro na Corporação, somadas as arbitro e da FIFA por dez anos me afastaram de aniversários, casamentos, batizados e outros encontros sociais. Na verdade muitos de nos não vemos nossos filhos crescerem e isto agora deve ser remediado.

Agora continuarei trabalhando junto a arbitragem naquilo que mais gosto: ministrar instruções e poder dividir meu tempo melhor.

3.       O texto publicado tem afirmações fortes inclusive citações suas de denúncias de corrupção de árbitros partindo de seus próprios companheiros. Existem tais denúncias? Se afirmativo, por qual motivo a corregedoria da CBF não tinha conhecimento destas denúncias?

Quero esclarecer que não há qualquer denuncia enviada com fatos que possam trazer a tona desconfiança de quem quer que seja.

Os árbitros da relação nacional são pessoas integras e corretas.

Com toda a certeza até pela formação de mais de trinta e um anos na Policia Militar não iria admitir que fatos graves identificados não recebessem o tratamento correto, qual seja o encaminhamento ao ministério publico para as providencias de praxe.

4.       Você foi convidado para, ao lado de Salvio Spinola atuar na escola de árbitros da CBF e de pronto aceitou o convite. Já tem algum projeto em vista?

Creio que de imediato posso apontar dois que estão bem encaminhados: o primeiro e’ ajustar em detalhes o DVD com jogadas do campeonato brasileiro das series A e B que como afirmado esta quase pronto e a outra e’ terminar o planejamento para alicerçar o caminho dos pré-selecionados para a copa de 2014 com treinamentos focados neste objetivo.

Depois levarei ao Diretor Presidente da ENAF um projeto nos moldes da FIFA de “plataforma de instrução” com jogadas e fatos a serem discutidos.

5.       Edson Resende assume interinamente o quadro e já deixou claro que este período não ultrapassará um mês. É uma função desgastante aos extremos? Quais foram as maiores dificuldades que encontrasses?

Creio que ao longo das respostas abordei alguns, porém a dedicação e acompanhamento de jogos todos os dias nas fases decisivas das quatro series e’ extremamente desgastante, pois não duvidas de que a cobrança de todos e’ sobre o Presidente por mais presentes que estejam os demais membros da comissão. Funciona mais ou menos parecido como quem comanda uma Unidade Militar. A responsabilidade é dele!

6.       Foi pouco tempo, mas muito intenso, sem dúvidas! O que a comissão sob seu comando deixa para a arbitragem brasileira?

Gaciba creio que ter terminado as quatro séries do campeonato brasileiro sem reclamações na fase final, mostrando que houve legitimidade nos resultados e ter revelado vários jovens árbitros para o futebol brasileiro que em breve com certeza estarão na categoria internacional.

7.       Uma conquista é o curso para instrutores da CONMEBOL que ocorrerá em Abril no Espírito Santo. Como está a expectativa e quem serão os convidados para este evento?

Com certeza será um grande evento pois aqui estará reunida a “nata” dos instrutores Sul americanos, o que por si só já é garantia de excelência.

8.       Árbitros e dirigentes arbitrais tem entrado em contato contigo após sua renúncia? O que eles pensam sobre isso?

De fato tenho recebido inúmeras mensagens e telefonemas de árbitros e  instrutores principalmente agradecendo apesar do curto espaço as oportunidades que foram dadas em cursos e designações. A estes digo que não há o que agradecer, pois o trabalho deve  ser feito buscando o crescimento da arbitragem nacional.

Aproveito para agradecer o apoio que sempre recebi de todos que gravitam no entorno da arbitragem e reafirmar que na ENAF estarei a disposição de todos naquilo em possa agregar e somar na busca da excelência da arbitragem brasileira.

http://sportv.globo.com/platb/blog-do-gaciba/2013/02/27/entrevista-com-aristeu-leonardo-tavares-ex-presidente-da-comissao-de-arbitragem-da-cbf/

Arbitragem boa de pai para filho

Super Histórias

Arbitragem boa de pai para filho
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Guilherme Dias Camilo recebeu escudo Fifa das mãos do pai, Osmar Camilo
PUBLICADO EM 14/08/16 – 03h00

Ao pendurar o apito, foi convidado para ser diretor de árbitros da Federação Mineira de Futebol (FMF), onde permaneceu durante 20 anos e lançou bons árbitros, como Márcio Rezende de Freitas, Alício Pena Júnior, Marco Antônio Gomes e Márcio Eustáquio Santiago. A arbitragem mineira se resume em antes e depois de Osmar Camilo. Com ele na comissão de arbitragem, foram revelados talentos como Marley Leite e Janette Arcanjo, Clever Assunção, Marco Antônio Cunha, Rogério Pereira, Enéas Aguiar, Antonio William Gomes, Aguinel Mozzer, Hélio de Freitas Custódio Pereira, Márcio Alves, Carlos Esch, Helberth Costa, Marcos Antônio Martins, Hamilton Costa e muitos outros. Osmar Camilo fez excelente trabalho. Ele cobrava de todos, com igualdade, para melhorar o nível da arbitragem mineira.

Hoje, a família estará reunida, já que Guilherme vai poder passar o Dia dos Pais em casa. Um fato raro. Acontece que o assistente desta vez não foi escalado. Ele já trabalhou no meio da semana, pela Copa Sul-Americana, na Colômbia.

Reconhecimento

Osmar Camilo tem o reconhecimento do hoje comentarista de arbitragem Márcio Rezende de Freitas: “Ele me ajudou muito na carreira de árbitro, cobrava bastante, era como um pai que não passa a mão na cabeça”. Álvaro Quelhas é categórico: “Contribuiu decisivamente para que a minha carreira continuasse. Muito simples, modesto, ponderado e humano, pois poupava de exposição ou execração os árbitros mais limitados”.

Camilo é elogiado também fora de Minas. “Sabe tudo de arbitragem e muito me ajudou com suas orientações precisas. Sou grato a ele por tudo que fez por mim”, diz Francisco Dacildo Mourão, ex-árbitro do Ceará.

Quando Guilherme completou 15 anos, Osmar Camilo conseguiu autorização para que o filho pudesse trabalhar nos jogos entre profissionais. Assim, Guilherme fez a sua estreia no Mineirão, numa partida entre Atlético e Caldense, e logo a carreira decolou. Para o atual diretor de árbitros da FMF, Giuliano Bozzano, ex-árbitro e filho de Dalmo Bozzano, que foi árbitro Fifa, Guilherme Dias Camilo “é um fenômeno”. “Extremamente concentrado, não desliga nem pisca os olhos. É diferenciado, o melhor assistente da América do Sul”, afirma.

O árbitro Cleisson Veloso faz uma revelação: “Eu vou tranquilo para o jogo quando tenho Guilherme como assistente”.

Guilherme Dias mostra em campo que a vocação para assistente é sua melhor amiga. Janette Arcanjo diz que Guilherme foi “um bom aluno do pai” e que Osmar Camilo foi “um grande professor”. A catarinense Nadine Bastos admira a concentração do assistente mineiro.

Guilherme Dias Camilo é casado com Camila Freitas. Ela grava os jogos para comentar a atuação do marido. Osmar também fica ligado, e Dona Sônia sempre quer saber como foi a atuação de Guilherme.

 

http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/super-hist%C3%B3rias/arbitragem-boa-de-pai-para-filho-1.1355273

Curso de Árbitros – PR

FPF anuncia a abertura de inscrições para a prova de pré-seleção para Curso de Árbitros
17/02/2017
A Escola Estadual de Árbitros “Victor Marcassa” (EEA-FPF), da Federação Paranaense de Futebol, anuncia a abertura das inscrições para a prova de pré-seleção para o Curso de Árbitros de Futebol de Campo.
As inscrições acontecem a partir do dia 16 de fevereiro de 2017, com término no dia 31 de março de 2017, exclusivamente pela INTERNET, através do endereço eletrônico escoladearbitragem@federacaopr.com.br. Não será aceita qualquer outra forma de inscrição ou inscrição fora do prazo.
Todas as informações a respeito do curso encontram-se no edital de pré-seleção abaixo.
Após a leitura e concordância com as informações contidas no edital, clique aqui para fazer inscrição para a prova de pré-seleção.•.
parana

Libertadores

Escutas revelam nova ajuda da arbitragem ao Boca na Libertadores

Tales Torraga, 07/02/2017 09:15 

A sensação é de filme repetido, embora o tema não deixe de causar revolta. Depois das escutas escancarando a ajuda do árbitro Carlos Amarilla ao Boca Juniors contra o Corinthians na Libertadores de 2013, desta vez um novo áudio foi vazado. E ele revelou uma comprometedora conversa entre o presidente do Boca, Daniel Angelici, e Luis Segura, então presidente da AFA, em janeiro de 2015.

A frase de Segura é estarrecedora: ”Sou o torcedor número um do Boca. Vou me ocupar disso”, cravou o presidente da AFA na escuta que o TyC Sports, canal de TV especializado em esportes, revelou em Buenos Aires na noite de ontem.

Boca e Vélez Sarsfield disputaram um mata-mata em jogo único para decidir quem seria o último representante argentino naquela Libertadores. E o pedido de Angelici é perfurante: ”Fale diretamente com este menino, o Delfino, para que trate de errar o menos possível na quarta. Diga a ele que Boca está jogando muitas coisas”.

Segura responde: ”Amanhã tenho uma reunião com Scime [diretor de formação dos árbitros] antes do sorteio. Fique tranquilo que eu me ocupo”.

”Dá-lhe, obrigado”, responde Angelici. ”No jogo que você tem com o Vélez, o torcedor número um do Boca, não tenha dúvida, sou eu”, finaliza Segura. O novo escândalo é chamado na Argentina de ”Telefone do Horror”. Entendem que o papel de Angelici é típico no futebol, e que absurda mesmo é a postura parcial da AFA.

Há outra conversa muito comprometedora, na qual o presidente do Boca negocia com o Tribunal Disciplinar para que dois jogadores suspensos possam estar na partida – e ambos estiveram. Eram o lateral-direito Marín e o volante Erbes.

O Boca venceu o Vélez por 1×0, gol de Colazo, e Delfino expulsou dois jogadores do Vélez, Grillo e Somoza. Então no Boca e hoje no São Paulo, Andrés Chávez também levou cartão vermelho. Diferentemente do ocorrido com Amarilla na nefasta noite no Pacaembu, a arbitragem não foi apontada à época como responsável pela vitória do Boca sobre o Vélez, embora a conversa dos dirigentes deixe mais do que clara a pré-disposição dos cartolas e o pesado bastidor daquele jogo.

(E as partidas que não têm áudios revelados?)

O duelo Boca-Vélez em si já foi um descalabro, com o Boca retorcendo o regulamento para forçar este desempate e passar direto à fase de grupos, jogando o Estudiantes para a pré-Libertadores daquele ano.

A equipe xeneize foi eliminada daquela Libertadores nas oitavas-de-final, na ”Noite do Gás”, quando sua torcida queimou os olhos dos jogadores do River Plate com gás pimenta na saída do vestiário para a volta do segundo tempo. O jogo estava 0x0, com a ida em Núñez terminando 1×0 para o Millonario – justamente o campeão daquela Libertadores, sua primeira conquista na competição depois de 19 anos.

 

https://patadasygambetas.blogosfera.uol.com.br/2017/02/07/escutas-revelam-nova-ajuda-de-arbitragem-ao-boca/

Corregedor

Corregedor diz que relatório do trio de arbitragem do Fla-Flu nega interferência externa

Publicado em 18/10/2016 – 17:28
Esporte

 

Corregedor de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Edson Rezende de Oliveira recebeu um relatório de Sandro Meira Ricci, Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gasse antes de o trio de arbitragem do polêmico Fla-Flu da semana passada embarcar para a Índia, onde vão trabalhar na Indian Super League (ISL) a convite dos organizadores do torneio. Em entrevista ao blog, Edson Rezende conta que o trio e o quarto árbitro, Leonardo Garcia Cavaleiro, negam no documento influência externa na anulação do gol do zagueiro Henrique. Ciente do pedido de impugnação do Fluminense, Edson Rezende entende a postura tricolor, mas considera mínima a chance de o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) anular o resultado de campo, ou seja, a vitória rubro-negra por 2 x 1. “Apesar do vaivém, definiram pelo certo”, argumenta.

Qual é o seu papel na apuração desse imbróglio do Fla-Flu?

Tem alguns dados, algumas informações do jogo que são exclusivas da ouvidoria de arbitragem. No meu caso, pediram que eu apurasse o ocorrido com o árbitro, o quarto árbitro, os auxiliares, o inspetor do jogo. A gente ouviu cada um deles para elaborar o relatório.

O que eles dizem no relatório: houve ou não interferência externa?

Todos negam. Dizem que os jogadores dos dois times pressionavam dizendo que houve e o outro lado que não houve impedimento. O quarteto de arbitragem (Sandro Meira Ricci, os auxiliares Emerson Augusto de Carvalho, Marcelo Carvalho Van Gasse e o quarto árbitro Leonardo Garcia Cavaleiro) diz que não houve comunicação externa.

Mas a leitura labial em matéria exibida pela tevê Globo indica o contrário…

Eu vi a leitura labial. Eu acho que é muito prematuro afirmar que o inspetor disse que a tevê havia apontado impedimento. E outra coisa, quando o inspetor chegou (próximo do árbitro e dos auxiliares), ele (Sandro Meira Ricci) já havia tomado a decisão final de anular o gol.

O que eles alegam para o vaivém na decisão?

Pelo que li, todo problema foi causado pelo próprio assistente. O Emerson Augusto de Carvalho é um baita bandeira, muito competente, mas estava em um dia ruim. A gente ouviu cada um deles. O Sandro anula o gol, mas, depois, o Emerson recua e o Sandro valida o gol. Em seguida, o Emerson pede para refazer o lance na mente dele. O Sandro aceita e diz ao Emerson: espera aí, pensa com calma. Foi quando ele viu que a primeira marcação dele, de impedimento, era correta, e o Sandro anula o gol.

Eles não admitem que houve influência de imagem?

Nenhum dos quatro. Dizem apenas que a todo momento os jogadores do Fluminense diziam que a tevê dava o lance como legal e os do Flamengo como ilegal.

Como você avalia o desempenho deles?

Apesar do vaivém, definiram pelo certo. É um trio de primeira grandeza do futebol brasileiro. É o mesmo trio da Copa do Mundo de 2014, da Copa das Confederações de 2013, das Olimpíadas, do Mundial de Clubes da Fifa.

Acha que o Fluminense terá sucesso no pedido de impugnação da partida?

É o papel do Fluminense entrar com o recurso. Eu vejo uma possibilidade mínima de ter sucesso. A prova tem que ser muito robusta, concreta. Não há provas de que tenha havido comunicação externa. É raro um jogo ser anulado.

É o caso mais difícil enfrentado pela corregedoria neste ano?

Ao longo do ano, recebemos muitas denúncias de árbitros pedindo camisa, de clubes presenteando árbitros como camisa, pedidos de foto, de xingamento, de abuso de autoridade, mas esse do Fla-Flu é o mais embaraçoso.

http://blogs.correiobraziliense.com.br/dribledecorpo/corregedor-diz-que-relatorio-do-trio-de-arbitragem-do-fla-flu-nega-interferencia-externa/

Tocantins

Esporte apoia pré-temporada da arbitragem tocantinense para as competições estaduais e nacionais

23/02/2017 – Reinaldo de Jesus Cisterna / Governo do Tocantins

  • Árbitros, árbitros assistentes, assessores da arbitragem durante evento realizado no ano passado no campo da Escolinha do Cruzeiro

Visando a preparação e a capacitação dos árbitros, assistentes e assessores de arbitragem do Tocantins, a Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol (Ceaf) realizará, de 24 a 28 de fevereiro, em Palmas, a sua preparação para a temporada 2017. Entre as ações estão previstas palestras e trabalhos de campo para as competições promovidas pela Federação Tocantinense de Futebol (FTF) e pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

A Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc) apoiará o evento fornecendo o transporte para o deslocamento dos profissionais para as três sedes onde serão realizadas as atividades da pré-temporada. Também deixará à disposição do evento, o diretor de Esportes da Superintendência de Esportes da Seduc, o professor Alfredo Zamora Sosa, que é instrutor físico da CBF no Tocantins.

No programa de atividades, estão previstos exercícios físicos, treinamentos teóricos por meio de videoteste e debates sobre as novas regras de jogo. Essas ações serão realizadas no auditório do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (QCG) de Palmas, na pista de atletismo da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e na Escolinha do Cruzeiro. O evento contará com o instrutor da CBF, Sérgio Cristiano.

Nacional

Nesta sexta-feira, 24, a partir das 16h, na pista de atletismo da UFT, será realizado o teste da Federação Internacional de Futebol (Fifa) para árbitros do quadro nacional da CBF. E, no dia 28, eles retornam à pista da UFT para realizar novas baterias de testes físicos, que serão ministrados pelo professor Alfredo Zamora Sosa, sob a supervisão do instrutor da CBF, Sérgio Cristiano.

Para estas atividades específicas ao quadro nacional vão participar os árbitros Jânio Pires, Leandro Oliveira, Alisson Furtado, André Rocha e Eduardo Fernandes. Também estarão presentes os árbitros assistentes Fábio Pereira, Natal Junior, Samuel Smith, Cipriano Souza, Fernando Gomes, Luiz Junior, Alvani Nunes e Gilvan Cavalcante.

 

– See more at: http://seduc.to.gov.br/noticia/2017/2/23/esporte-apoia-pre-temporada-da-arbitragem-tocantinense-para-as-competicoes-estaduais-e-nacionais/#sthash.Wo0xsTTk.dpuf

CBF aumenta para 50 idade árbitros

Olá
Galera,
Acabo de conversar com arbitro carioca Marcelo Lima Henrique,45 anos Fuzileiro Naval, que ajudou no processo da mudança de idade para aposentadoria dos árbitros, segundo Cel Marinho desde que passe nos testes exigidos pela entidade não vê problema .
Cel Marinho que no comando da Federação Paulista de Fitebol também extendeu limite de idade dos árbitros .
Marcelo de Lima Henrique em plena fase física e técnica excepcional enviou estudo a CBF mostrando que na Europa os árbitros melhoram desempenho dentro dessa faixa de idade, c
Isso ele e outros árbitros poderão ajudar na renovação da arbitragem, dando experiência jogos difíceis.
Com essa decisão a Comissão da CBF ganha fôlego escondeu-se manter árbitros de nível top como Marcelo Lima Henrique e outros no limite da antiga idade 46 anos.
ABS
Obrigado Marcelo Lima Henrique pelo bate papo.

http://esportes.r7.com/blogs/a-regra-nao-e-tao-clara/cbf-aumenta-para-50-idade-arbitros/2017/01/13/

Critérios….

Rodrigo Mattos

25/10/2016 05:00

A CBF não tem nenhum critério objetivo na escala de árbitros do Brasileiro e ignora as suas avaliações por notas para escolhê-los. A afirmação é do procurador do MPT (Ministério Público do Trabalho), Rodrigo Carelli, ao UOL Esporte. Ele investiga há um ano a atuação da CBF em relação à arbitragem nacional, tendo acumulado documentos e depoimentos para embasar sua afirmação. A confederação não quis se pronunciar.

O MPT instaurou inquérito para investigar a arbitragem em agosto de 2015. A intenção era entender se havia irregularidade trabalhista na relação da CBF com os árbitros e propor um modelo para melhorar o sistema. Para isso, será feita uma audiência no próximo dia 7 de novembro, com a participação da confederação. É certo que o procurador encontrou diversos problemas.

O Ministério Público do Trabalho requisitou documentos das avaliações dos árbitros com notas dadas pelos inspetores de federações a mando da CBF. Os documentos mostram que, entre os 20 principais árbitros de 2011 a 2015, a variação das notas não é maior do que um ponto na média. Com essa pequena diferença, as avaliações não têm peso quase nenhum nas escalas que depois são sorteadas.

É o que contou o ex-presidente da comissão de arbitragem da CBF Sergio Corrêa, em depoimento em maio de 2016: ”Que as notas geram uma média que influirá, apesar de que faticamente pouco altera, a classificação nacional de árbitros: que essa classificação tem peso maior com a participação em jogos”, disse ele. E acrescentou: ”Que a nota pouco influi porque a variação das notas é baixa”.

Na prática, Corrêa expõe que ele e os membros da comissão de arbitragem que decidem as escalas para sorteio. O mesmo vale para a escolhas de árbitros Fifa e aspirantes. O número de participações em jogos, com atuações ruins ou boas, tem muito mais peso do que as notas.

Foram ouvidos entre oito e dez árbitros e ex-árbitros em depoimentos. Suas declarações levaram a mesma constatação de falta de critério claro nas escolhas dos juízes para partidas do Brasileiro. Um outro documento da CBF mostra que a escolha da árbitros aspirantes Fifa é feita por votação na comissão sem nenhuma utilização das avaliações.

”A escala é subjetiva, é aleatória”. contou Carelli. ”Os critérios são subjetivos e não objetivos. Se o observador faz relatórios, essa análise deveria ser levada em conta. As escalas das partidas das Séries A e B têm que ter critério objetivo”. Segundo o procurador, no formato atual, a escala não permite uma igualdade de oportunidade para os árbitros, o que fere a relação trabalhista. ”No depoimento (Sergio Corrêa), ele deixa claro que ele que decide.”

O procurador lembrou que a classificação dos árbitros por participação em jogos tende a criar um ciclo vicioso em que sempre os mesmos são escalados. Ele critica a relação estabelecida entre a CBF os árbitros, e até com a comissão de arbitragem. Isso porque a entidade tem a prerrogativa de escalar, dar instruções e decidir a vida deles no campo, mas não tem uma relação trabalhista.

O próprio Corrêa disse que nem era empregado da CBF, nem nenhum membro da comissão. Teoricamente, ele afirmou que a comissão de arbitragem é independente, mas toda paga pela confederação.

”A CBF quer o melhor dos mundos. Ela quer ter um real controle sobre os árbitros, mas sem dar nenhuma contrapartida. Se quer ter controle, tem que profissionalizar e estabelecer um vínculo”, contou procurador. Ele cita o exemplo da punições aos árbitros que erram. ”Quando coloca um árbitro na geladeira, a CBF assume um ato de empregador. Mistura-se a automia que tem o árbitro com regras de ingerência.”

A Anaf (Associação Nacional de Árbitros) foi ouvida no inquérito por meio do seu vice-presidente, Jamir Carlos Garcez. A entidade pleiteou a profissionalização dos árbitros como ocorre na Inglaterra, Espanha e Argentina. Há outros países como Portugal. Nestes países, os árbitros compõem um grupo restrito, têm salários fixos e uma parte variável por atuação em jogos.

Esses modelos foram estudados pelo Ministério Público do Trabalho que agora vai ouvir as partes na audiência pública. Depois, vai propor um sitema de profissionalização. Uma possibilidade pensada pelo procurador é a requisição de que a CBF mantenha os árbitros como empregados com relação empregatícia estabelecida, assim como a comissão de arbitragem. A outra possibilidade é pedir a criação de uma entidade independente de fato da entidade para cuidar da arbitragem. Ressalte-se: se a CBF rejeitar, o MPT deve ir à Justiça para tentar impor as medidas.

Questionada pela reportagem, a CBF informou que estará na audiência pública do Ministério Público do Trabalho, mas se recusou a se pronunciar sobre o assunto até lá.

 

http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2016/10/25/cbf-nao-tem-criterio-objetivo-para-escala-de-arbitros-diz-mp-do-trabalho/

Balanço 2014

Comissão de Arbitragem se reúne na CBF

11/12/2014 às 13:42 | Assessoria CBF

Créditos: CBF

Os integrantes da Comissão e da Escola Nacional de Arbitragem da CBF realizaram nos dia 10 e 11 uma série de reuniões com o objetivo de analisar a temporada 2014 em todos os aspectos. Além disso, será finalizada a Classificação Nacional dos Árbitros de Futebol (CNA), que serve como base para promoções dos árbitros às categorias de Aspirantes-FIFA e CBF.

Durante o encontro, a Comissão de Arbitragem também aproveitou para elaborar o calendário de atividades da temporada 2015, com realização de cursos para instrutores, delegados especiais, árbitros de elite, promissores, gênero feminino, além das avaliações para habilitar os integrantes da RENAF para as competições coordenadas pela CBF.

Sob a presidencia de Sergio Corrêa, a reunião contou com a participação de Ana Paula de Oliveira, Antonio Pereira da Silva, Alicio Pena Júnior, Dionisio Domingos, Manoel Serapião Filho, Nilson de Souza Monção, Paulo Camello, Paulo Jorge Alves e Wilson Seneme.

Confira os links abaixo:

Documentos de arbitragem 2014

Classificação Nacional de Árbitros de Futebol

Instruções para composição da RENAF 2015

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/comissao-de-arbitragem-se-reune-na-cbf-1#.WJEwLPnhDIU