Novas insígnias

– A justiça com excelência gera o respeito de todos e, principalmente, dos praticantes do futebol. No centro da insígnia, sob uma meia-lua invertida, temos o ano de sua utilização, o que simboliza a certeza do trabalho por uma temporada. O árbitro só depende da própria competência para garantir a sua manutenção.

PADRONIZAÇÃO

13/06/2015 às 19:34 | Assessoria CBF

Comissão de Arbitragem cria novas insígnias

A Comissão de Arbitragem da CBF procura a evolução a cada passo. Enquanto luta contra a indisciplina em campo, também investe em melhorias das condições de trabalho dos árbitros e no aperfeiçoamento da equipe, com orientações e cursos de reciclagem. Neste fim de semana, mais uma novidade pode ser vista em campo. Os uniformes estão com as novas insígnias, que identificam cada membro da equipe de arbitragem.

De acordo com o presidente da Comissão de Arbitragem, Sérgio Corrêa, a nova insígnia a ser utilizada pelos integrantes da relação nacional dos árbitros de futebol tem características especiais e padronizadas. Ele explicou cada detalhe.

– No centro, temos a categoria do árbitro em prata, com fundo azul, representando a missão principal de um árbitro: fazer justiça. No flanco direito, o verde é a regularidade esperada de seus oficiais, com a sigla da CBF, entidade de administração do futebol brasileiro. Pelo flanco esquerdo, a bandeira amarela identifica a função dos assistentes, em ouro, que é a busca pela excelência de seu desempenho. A união dos dois símbolos forma um apito, também em prata para mostrar a integridade necessária a quem escolhe a atividade.

A insígnia da arbitragem brasileira será usada em todos os campeonatos. Ela é identidade dos árbitros para os jogadores e o público do futebol. Para Sérgio Corrêa, as iniciativas da Conaf estão fortalecendo a disciplina em campo e o desenho da marca levou em consideração esse novo momento.

– A justiça com excelência gera o respeito de todos e, principalmente, dos praticantes do futebol. No centro da insígnia, sob uma meia-lua invertida, temos o ano de sua utilização, o que simboliza a certeza do trabalho por uma temporada. O árbitro só depende da própria competência para garantir a sua manutenção.

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/conaf-cria-novas-insignias-para-a-arbitragem-brasileira#.WJFFvPnhDIU

Clubes solicitam palestras

CBF

11/06/2015 às 15:09 | Assessoria CBF

Clubes solicitam palestras sobre novas medidas da CBF

Na Cruzada pelo Respeito, a Escola Nacional de Arbitragem de Futebol tem recebido convites para proferir palestras para as equipes que disputam as competições coordenadas pela CBF.

São Paulo – Motivado pelas recentes recomendações da CBF aos árbitros, no dia 26 de maio, o São Paulo foi o primeiro clube a solicitar o encontro para se discutir o que pode e o que não pode resultar em cartão amarelo ou vermelho. A palestra é uma cortesia da própria CBF, que enviou o vice da comissão de arbitragem, Nilson de Souza Monção, e o instrutor Roberto Perassi.

Botafogo – No estádio Nilton Santos, os jogadores receberam dois instrutores e o tema principal da conversa foram as novas orientações de punir as reclamações contra a arbitragem durante os jogos. O técnico René Simões mostrou-se favorável à recomendação:

Sou favorável que se puna quando houver reclamação, mas também é preciso olhar a questão técnica para que não haja injustiças.

Internacional – Os instrutores da ENAF estiveram no CT Parque Gigante, na manhã do dia 10 de junho, e realizaram um bate-papo com os jogadores. O jogador Alex comentou:

– Foi uma conversa bacana. É importante a comunicação para que se chegue a um denominador comum. Eles estão abertos a ouvir o que acontece no campo. Coloquei que a punição que existe aos árbitros é uma situação complicada. Queremos que eles procurem uma saída para deixar os árbitros mais tranquilos.

As normas da Comissão de Arbitragem defendidas por seu presidente Sérgio Corrêa e pelo presidente da CBF, Marco Polo Del Nero determinam que “o futebol não pode ser vítima nem de árbitros fracos, nem de jogadores, treinadores ou dirigentes indisciplinados, que atentam contra a boa conduta esportiva, cujos comportamentos inflamem torcedores nas arquibancadas. Uma conduta indisciplinada de verdadeiros ídolos do esporte contribui para que jovens adquiram hábitos desrespeitosos contra autoridades de qualquer natureza”.

Outros clubes que já solicitaram palestras são Avaí, Criciúma e Atlético Paranaense.

Veja números das primeiras seis rodadas e palestras (anexos)

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/aribitragem-clubes-solicitam-palestras-sobre-novas-medidas-da-cbf#.WJFFdfnhDIU

ANEXOS

PRIMEIRO JOGO

Janette Arcanjo é a árbitra assistente de China x Holanda no Mundial Feminino

11/06/2015 às 11:27 | Assessoria CBF

A estreia de Janette Arcanjo na Copa do Mundo de Futebol Feminino do Canadá está marcada. Nesta quinta-feira, às 16 horas (17 horas de Brasília), ela será a árbitra assistente 1 de China x Holanda, pelo Grupo A, em Edmonton.

– Estou muito feliz e concentrada! Tenho trabalhado muito nos cursos da CBF e da FIFA para chegar até aqui. Me sinto confiante e preparada para fazer uma bela partida – disse Janette Arcanjo.

Confira as companheiras de Janette dentro de campo:

Árbitra: Yeimi Martinez (Colômbia)

Assistente 1: Janette Arcanjo (Brasil)

Assistente 2: Liliana Bejarano (Bolívia)

Quarta árbitra: Lucila Venegas (México)

Quinta árbitra: Loreto Toloza (Chile)

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/janette-arcanjo-e-a-arbitra-assistente-de-china-x-holanda-no-mundial-feminino#.WJFFNvnhDIU

Medidas elevam tempo de bola rolando

A Comissão de Arbitragem da CBF foi clara: “Todos os árbitros não devem tolerar desrespeito e atos de indisciplina de qualquer natureza às regras do futebol”.

BRASILEIRÃO

06/06/2015 às 01:29 | Assessoria CBF

Medidas da Comissão de Arbitragem elevam tempo de bola rolando

Créditos: Luiz Henrique / Figueirense

A Comissão de Arbitragem da CBF foi clara: “Todos os árbitros não devem tolerar desrespeito e atos de indisciplina de qualquer natureza às regras do futebol”. Estas palavras são apenas parte do Ofício Nº 26/2015, de 22 de maio, enviado a todos os clubes do país. Passadas cinco rodadas do Brasileirão, tudo começa a fazer sentido. A média de bola em jogo subiu de 52 minutos e 36 segundos por partida em 2014 para 56’19” este ano. Pode não parecer muito, mas é uma diferença total de 185 minutos e 47 segundos, cerca de duas partidas inteiras a mais de bola rolando.

O objetivo é melhorar o espetáculo. Para isso, é preciso oferecer ao torcedor mais futebol e menos motivos que façam diminuir o interesse no esporte. É uma verdadeira cruzada contra aqueles cercos desnecessários ao árbitro, que mantêm a bola parada e diminuem, incorretamente, o ritmo do jogo. A Comissão de Arbitragem avisou: “As recorrentes e acintosas reclamações, individuais ou em grupo de jogadores, contra as decisões do árbitro e de qualquer oficial da arbitragem, tanto durante como após o encerramento das partidas, exigem adoção de medida disciplinar adequada”. Com essas orientações, o número de jogos que alcançaram a marca de 60 minutos de bola rolando saltou de um para nove, comparando as 50 primeiras partidas dos campeonatos brasileiros de 2014 e 2015.

A relação das partidas com maior tempo de bola rolando nos dois anos também apresenta um resultado sintomático. Em 2014, Figueirense x Santos registrou 60 minutos e 5 segundos. Já no Brasileirão 2015, temos Atlético PR x Galo com 69 minutos e 54 segundos. É um aumento de 15%.

Uma nova realidade da arbitragem brasileira está começando a se solidificar. Seus resultados despertam o interesse do público e recebem o apoio de quem gosta de futebol bem jogado e quer tornar o futebol um evento a cada dia mais atrativo para o público consumidor. Como reforçam as normas da Comissão de Arbitragem, defendidas por seu presidente Sérgio Corrêa e pelo presidente da CBF, Marco Polo Del Nero: “O futebol não pode ser vítima nem de árbitros fracos, nem de jogadores, treinadores ou dirigentes indisciplinados, que atentam contra a boa conduta esportiva, cujos comportamentos inflamem torcedores nas arquibancadas. Uma conduta indisciplinada de verdadeiros ídolos do esporte contribui para que jovens adquiram hábitos desrespeitosos contra autoridades de qualquer natureza”.

Confira outros dados relevantes sobre a evolução do jogo a partir das novas orientações da Comissão de Arbitragem da CBF:

Partidas com maior tempo de bola em jogo

1 – Atlético PR 1×0 Atlético MG: 69’54”

2 – São Paulo 3×0 Joinville: 66’06”

3 – Flamengo 2×2 Sport: 65’15”

4 – Joinville 0x0 Palmeiras: 64’26”

5 – Fluminense 1×0 Joinville: 60’45”

6 – Grêmio 3 x Corinthians: 62’08”

7 – Goiás 1×1 Grêmio: 60’33”

8 – Palmeiras 2×2 Atlético MG: 60’26”

9 – Cruzeiro 0x1 Corinthians: 60’01”

Faltas

2014

Faltas: 1696 – Média de 33,92

2015

Faltas: 1520 – Média de 30,4 (No total, 176 faltas a menos)

Cartões

2014

Amarelos: 219 – Média de 4,38

Vermelhos: 15 – Média de 0,30

2015

Amarelos: 277 – Média de 5,54

Vermelhos: 17 – Média de 0,34

Dados: Leonardo Gaciba

 http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/medidas-da-comissao-de-arbitragem-elevam-tempo-de-bola-rolando#.WJFE3PnhDIU

MAIS BOLA ROLANDO

MAIS BOLA ROLANDO

26/05/2015 às 16:15 | Assessoria CBF

Comissão de Arbitragem inicia cruzada pela disciplina em campo

Créditos: Rafael Ribeiro / CBF

O presidente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF (Conaf), Sérgio Corrêa, lidera uma corrente pelo combate à indisciplina durante as partidas de futebol. Atendendo à determinação do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, ele iniciou uma batalha contra as reclamações de jogadores e integrantes da comissão técnica em campo.

Este ano, a CBF intensificou o trabalho para aumentar a disciplina no campo de jogo. As medidas começam a surtir efeito, como destacam os especialistas e veículos de imprensa.

A Comissão de Arbitragem enviou dois documentos sobre o tema, no último dia 22, aos árbitros, assessores e clubes que atuam nas competições organizadas pela CBF.

O ofício Nº 026 trata do “respeito aos árbitros, jogadores, integrantes de comissões e, principalmente, torcedores”. Determina que todos os árbitros não devem tolerar desrespeito e atos de indisciplina de qualquer natureza.

De acordo com a orientação, as recorrentes e acintosas reclamações, individuais ou em grupo de jogadores, contra as decisões do árbitro e de qualquer oficial da arbitragem, tanto durante como após o encerramento das partidas, exigem adoção de medida disciplinar adequada, pois as regras do jogo o permitem e exigem.

A Conaf explica que os árbitros que não atuarem de acordo com as regras e permitirem transgressões dessa natureza serão afastados das partidas, pois “o futebol não pode ser vítima de árbitros fracos ou jogadores, treinadores e dirigentes indisciplinados, cujas condutas inflamem torcedores nas arquibancadas”. Para Sérgio Corrêa, o comportamento indisciplinado de verdadeiros ídolos do esporte contribui para que jovens adquiram hábitos desrespeitosos contra autoridades de qualquer natureza.

O novo pacote de determinações é resultado de uma série de encontros e debates da Escola Nacional de Arbitragem (Enaf), que se desenrolaram de dezembro de 2014 a março deste ano. A valorização da disciplina em campo não é privilégio do futebol brasileiro, tanto que a UEFA adotou, recentemente, postura semelhante. No ofício circular Nº 08, a Conaf oferece aos clubes o serviço de orientação in loco.

– Disponibilizamos, por meio da Enaf, instrutores de arbitragem para os clubes. Os interessados podem contar conosco para palestras e reuniões com os jogadores, treinadores e outros integrantes da comissão técnica envolvidos em uma partida de futebol.

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/comissao-de-arbitragem-inicia-cruzada-pela-disciplina-em-campo#.WJFEpvnhDIU

Repercussão do tema na imprensa. Clique nos títulos para conferir o conteúdo.

JORNAL NACIONAL: Comissão de Arbitragem da CBF orientou árbitros a punir com mais rigor aqueles que reclamarem das decisões

ESTADÃO: Combate ao ‘piti’ faz explodir os cartões

SPORTV: Arnaldo Cezar Coelho comenta aumento de indisciplina no Brasileirão: “Tem que cumprir a regra”

ESPN BRASIL: Comentarista Salvio Spinola diz que a Comissão de Arbitragem está sendo implacável com as reclamações

GLOBOESPORTE.COM: Brasileirão quadriplica amarelos por reclamação em relação a 2014

Medidas Simples?

17 MEDIDAS SIMPLES PARA MELHORAR A ARBITRAGEM

Por Salvio Fagundes, com apoio de….

9 de maio de 2015

São 17 as regras do futebol, e, por analogia, elenquei 17 ações de simples aplicabilidade que a CBF pode adotar para melhorar a arbitragem brasileira.

Dizer que está tudo bem na arbitragem é fugir do problema, é se esconder ou viver em outro mundo. Usar de dados estatísticos para mostrar eficiência na arbitragem é enganar a si mesmo.

A arbitragem precisa melhorar, se fortalecer e ganhar credibilidade do mundo do futebol. Erros acontecerão em qualquer lugar que tenha jogo de futebol, aliás, eu cometi muitos, não falo do árbitro e sim da instituição arbitragem.

Durante mais de 20 anos estive nos campos apitando jogos e hoje convivo com jornalistas, jogadores, treinadores e dirigentes, e, em todos os segmentos tem unanimidade: A arbitragem não está bem.

O futebol mudou, está mais veloz. A tecnologia evoluiu com muito mais câmeras e melhor resolução, e a arbitragem ficou estagnada.

Sim, ficou estagnada, nada foi feito nos últimos 20 anos, apenas mais cobrança aos árbitros, rigor no teste físico, alguns cursinhos, mas na estrutura nada foi feito.

Vamos às propostas, lembrando que sempre que uso o termo árbitro, serve para os assistentes e para as mulheres:

 1) Excluir da responsabilidade do árbitro as rotinas administrativas

A CBF tem que atribuir ao Delegado do Jogo as responsabilidades administrativas do evento, deixando o árbitro com a única função (que já é muita) de cumprir as regras, apitar o jogo. Funções administrativas com gandulas, mascotes, imprensa, câmeras, hino, minuto de silêncio, horário de entrada das equipes, faixas de protesto e muito mais, tem que ser da entidade e não do árbitro, como fez a FIFA na Copa do Mundo.

Resposta – Há menos de dez anos, um relatório tinha quase uma dúzia de paginas para ser preenchida manualmente, inclusive os nomes de todos os jogadores e integrantes das comissões técnicas. A partir de 2013, foi instituída a sumula eletrônica, que e elaborada em menos de 20 minutos pelo quarto arbitro. Aqui devemos lembrar que a legislação esportiva imputa ao arbitro a responsabilidade da confecção do documento, portanto, primeiro mudar a lei federal.

2) Arbitragem comandada por profissionais com capacitação em gestão de pessoas

A arbitragem brasileira deve ser comandada por profissionais com dedicação exclusiva, profissionais estes com capacitação em gestão e principalmente na gestão de pessoas, não priorizando as técnicas militares, como se usa hoje. Atualmente a arbitragem brasileira é comandada por 2 ou 3 pessoas com dedicação exclusiva para gerenciar mais de 500 árbitros. Algumas federações estaduais tem a estrutura organizacional da arbitragem muito superior a da CBF.

Resposta – Não vou entrar no mérito, pois menciona técnicas militares e pessoas com capacitação em gestão, mas na ativa, o trabalho dos atuais gestores era considerado como adequados.

Como sabemos que as sugestões tem participação de alguns árbitros da ativa vamos apresentar alguns dados que acabam caindo no esquecimento.

Posso afirmar que a arbitragem foi comandada por uma pessoa ate 2005, inclusive sendo citado outro dirigentes , o mais “militar” de todos os que comandaram a arbitragem no pais. Árbitros da forma como eram tratados.

Hoje, a estrutura da arbitragem conta com: 

CA: Antonio Pereira, Nilson Moncao e Sergio Correa – 3 pessoas. ENAF 

ENAF: Alicio Pena, Ana Paula de Oliveira, Manoel Serapiao, Milton Otaviano, Dra. Marta Magalhaes e Paulo Camello.

Ouvidor de Arbitragem – 1 pessoa, Dr. Edson Rezende de Oliveira

Corregedoria de Arbitragem – 1 pessoa, Dr. Paulo Jorge Alves

3) Contratar um instrutor técnico por unidade da federação para qualificação e correções técnicas

São tantos Instrutores técnicos no Brasil e nenhum com definição oficial para instruir e fazer correções diretamente com o árbitro. Com a definição do instrutor técnico chancelado pela CBF o árbitro vai ficar mais confortável para receber a informação e se empenhar para corrigir.

Resposta – A CBF tem 35 instrutores treinados pela FIFA, ou seja, um em cada estado. Ademais, os instrutores nacionais, nos últimos dois anos foram nas 27 federações colaborar com os estaduais nos treinamentos para competições locais.

O arbitro tem a sensação de que nada tem sido feito. Em 2014, foram realizados 82 cursos pelo pais, atingindo quase 800 árbitros, tudo documentado. Aqueles que desejarem podem acessar o site da CBF e verificar os instrutores chancelados (físicos, técnicos e psicólogos).  A tendência é que ultrapassemos uma centena em breve.

Na Conmebol, são considerados instrutores para America do Sul, Oscar Ruiz, Jorge Larrionda, Wilson Seneme e Carlos Alarcon.

4) Contratar um preparador físico por unidade da federação para monitoramento da capacitação física do árbitro

Cada vez mais o árbitro precisa ser atleta, estando com o preparo físico em dia. Com o monitoramento pela CBF, ela terá informações diárias das atividades realizadas por cada árbitro e a Comissão de Arbitragem terá subsídios para escalar o árbitro. O modelo atual de apenas fazer testes físico já está ultrapassado, a entidade tem que estar presente no dia a dia do árbitro e parar de pensar que o árbitro tem que ser auto didático, na sua cidade, no seu estado se preparando, isso não acontece.

Resposta – Desde 2014, as federações tem um instrutor credenciado pela FIFA que esta a disposição dos árbitros, mas nem todos o utilizam, dado a logística, dias e disponibilidade dos árbitros. Na CBF, já utilizamos esta metodologia de utilizar árbitros de acordo com sua performance. Se a CBF contratar um por estado, com absoluta certeza vai continuar ocorrendo a falta de participação, haja vista o exposto.

O árbitro

5) A CBF assumir a responsabilidade pelo árbitro

É a principal mudança e mais urgente. Desde 2003 o calendário do futebol brasileiro mudou drasticamente com o Estatuto do Torcedor. A CBF passou a ter campeonatos de abril a dezembro, e nada mudou na arbitragem brasileira, os árbitros continuam sendo formados pelas Federações e são “emprestados” para a CBF, para atuarem em jogos organizados pela entidade nacional. Passou da hora de inverter isso, os árbitros tem que ser da CBF e quando as Federações precisarem pede “emprestado”. A CBF precisa ter seus árbitros de janeiro a dezembro e passar a formar árbitro, não apenas qualificar.

Resposta – O regime brasileiro eh federacionista. A FIFA, CONMEBOL e CBF não formam árbitros.

6) Definição nominal dos árbitros que atuarão por série

O árbitro não sabe que campeonato vai apitar e o mundo do futebol não sabe quais árbitros vão atuar no campeonato. No ano passado, em 38 rodadas, na série A, 15 árbitros apitaram 1 jogo e, na série B, 23 apitaram somente 1. Por quê? Não tiveram boa atuação? Ninguém sabe. E pior, o árbitro que foi bem fica mais revoltado, porque fica esperando nova escala e ela não vem.

A CBF pode definir 50 árbitros e 100 Assistentes para Séries A e B. Utiliza-se 2/5 por rodada, sendo possível fazer rodízio e não repetir árbitros nas equipes.

Define-se outro grupo para séries C e D, e outro grupo para jogos Amadores.

Resposta – Isto já e feito no Brasil. Adotamos as orientações da FIFA, ou seja, os árbitros são classificados em 5 categorias (Especial, ASP-FIFA, CBF-1, CBF-2 e CBF-3). Pois bem, os grupos para Series C e D, dentro da logística possível, existe o aproveitamento das categorias mencionadas. Este sugestão esta plenamente aplicada.

7) Meritocracia

É o melhor modelo, escala e acesso de divisão por mérito, capacidade, bom desempenho. Estando os árbitros sobre a responsabilidade da CBF, a entidade deixa de cumprir pedidos das federações para escalar seus árbitros e premia somente os melhores, com critério técnico, sem divisões por estados.

Resposta – A CBF não atende a pedidos de Federações para designar árbitros. Armando Marques (1997 a 2005), Edson Rezende (1997 – 2007) já diziam que não ocorria e isto continua não ocorrendo. Será que na CONMEBOL, no período de agosto de 2012 a agosto de 2014 isto ocorreu? Não posso afirmar, pois lá não estava.

8) Rodízio na escala dos árbitros

Definir o critério de escalas com ampla divulgação, onde o árbitro não pode atuar em jogos da mesma equipe, no máximo dois jogos na casa da equipe e outros dois fora.

Resposta – Com a inserção das categorias e renovação da arbitragem, a cada ano reduzimos a quantidade de jogos, mas ainda não temos uma quantidade de árbitros para tal. Na Serie B, temos dados que demonstram que mais quase dois tercos das vinte equipes não teve repetição de árbitros em suas partidas. O sorteio, as vezes, impede de chegarmos a 100%.

9) Feedback pós-rodada com todos os árbitros usando sistema de conferência

O modelo é adotado no México, país também com grande extensão territorial. Não adianta enviar e-mail exclusivo para o árbitro do jogo ou no grupo de watsapp, todos os árbitros precisam saber o que pensa a comissão e os instrutores.

Resposta – Em 2014, isto foi feito pelos Delegados Especiais, de agosto a dezembro, no próprio campo. Uma federação tentou realizar isto, ou seja, os árbitros deveriam ir ate a entidade para receber as informações. Durou menos de três rodadas, pois os compromissos pessoais (familiares principalmente) impediram seu prosseguimento. A CBF esta viabilizando o sistema de conferencias e sera implantado a médio prazo. De qualquer forma, os árbitros terão que se dirigir a suas Federaçõess num primeiro momento. O arbitro brasileiro recebe um resumo de tudo que precisa ser cobrado nos campos de jogo (circular 008), além do tema sempre ser debatido nos treinamentos que todos os anos eh realizado nas 27 Federações. Nesta temporada, por conta do curso de atualização dos instrutores na Bolivia, a ENAF adiou para depois do referido curso (3 de maio).

Motivo – alguma novidade pedagógica que evitaria uma jornada técnica como ocorreu em 2014 (antes do inicio da Copa), por conta de algumas informações sobre alguns temas.

As ferramentas de comunicação auxiliam e muito na rapidez da informação num pais continental como o Brasil. Desconhecer isto eh interessante.

 10) Tecnologia da linha do gol

Já comprovado sua eficiência. São 20 estádios para Série A e a tecnologia não será utilizada. A justificativa para não implantar é o custo. Conversei com alguns profissionais de publicidade e todos falaram que várias empresas de tecnologia tem interesse em patrocinar este projeto, é apenas uma questão de querer, e colocar o departamento de marketing para trabalhar. Em conversa com o assistente da Copa Marcelo Van Gasse, primeiro árbitro assistente a ter gol validado com uso da tecnologia, no jogo França x Honduras, ele deu uma declaração muito importante: “A tecnologia não ajuda somente para validar ou não o gol, ajuda muito no impedimento e nas demais atribuições, porque tiramos das nossas costas a responsabilidade de ver se a bola entra ou não, ficamos mais leve e isso ajuda a acertar.” Por que não implantar?

Resposta – O departamento de marketing tem trabalhado neste tema, mas ao contrario, não eh bem assim. Alguem tem duvida que se fosse fácil, a CBF já não teria implementado?.

Numa rápida analise dos campeonatos regionais, com mais de 1000 partidas nos primeiros quatro meses do ano, quantos lances ocorreram que levassem a correr num assunto de elevado custo?.

12) Alterar a forma de renumeracao dos árbitros

O Brasil é o país que mais paga para um árbitro por jogo, mas é o que menos paga por ano. Para se ter uma ideia, um árbitro FIFA na série A ganha por jogo R$ 3.800,00, e este mesmo árbitro para apitar a Copa Libertadores ganha US$ 800,00, aproximadamente R$ 2.400,00. O árbitro precisa de segurança financeira para se organizar na vida. No mundo tem vários modelos de remuneração muito melhor que o adotado no Brasil. A CBF pode copiar, por exemplo, a AFA. Lá, os árbitros argentinos tem uma remuneração mensal e mais uma pequena taxa por jogo. Esse modelo dá mais tranquilidade aos homens do apito e da bandeira e permite a CBF adotar mais cobranças, mais eficiência, mais dedicação.

Pode-se também implantar remuneração indireta, como: pacote de tv por assinatura, academia de ginástica, suplemente alimentar, e outros. A vantagem desta remuneração é o retorno para o próprio futebol, porque qualifica o árbitro e melhora as atuações. Na dificuldade financeira o árbitro não assiste seu jogo porque não tem dinheiro para pagar tv por assinatura, não treina porque não paga academia, economiza onde pode. Este tipo de remuneração pode gerar economia de impostos, onde toda taxa do árbitro é tributada.

Resposta – Hoje o dólar esta pouco mais do que 3 dolares, mas durante muito tempo 1 dolar variava entre 1,50 e 2,00 reais. Alias, o aumento das taxas internacionais ocorreu apenas em 2013.

Quantos árbitros são alcançados pelo sistema da AFA?. No Brasil, o total de Oficiais chega a 698. A ideia dos pacotes entraria na mesma conta 698 x pacotes, a não ser que a sugestão seja apenas para os de elite? Pediria que, além das sugestões para mudar, como fazer e algumas perguntas fossem respondidas –

  1. Quem paga e de quanto seria a conta desta estrutura sugerida?
  2. Depois de encerrada a carreira, em media de 20 anos, o que faria o arbitro?
  3. Qual sistema seria adotado?
  4. Se o arbitro fosse demitido iria atuar em que entidade?
  5. A legislação atual permite isto?
  6. Como os árbitros seriam reunidos neste Brasil continental
  7. Os jogadores profissionais erram e perdem jogos e títulos, continua a jogar.
  8. O arbitro que comete um equivoco considerado elevado em uma decisão e perdoado?
  9. Qual a quantidade de profissionais atenderia aos árbitros (quantos estão disponíveis) nas cidades de origem neste pais continental?

12) Pronunciamento da Comissão de Arbitragem no pós-rodada

Um dos principais problemas da arbitragem brasileira é a credibilidade, todos desconfiam. A arbitragem brasileira é composta de pessoas honestas e a forma de mostrar esta credibilidade é acabar com a “caixa-preta”. A Comissão de Arbitragem deve se pronunciar oficialmente ou com habitualidade ou nos momentos críticos, nos grandes erros, nas grandes polêmicas. A FIFA utilizou deste expediente na Copa do Mundo, o Presidente da Comissão de Arbitragem deu pronunciamentos e respondeu perguntas dos jornalistas. Esta é a única forma de falar com o torcedor e conquistar a credibilidade e não atendendo a um veículo ou outro.

Resposta – Realmente o Chefe do Apito da FIFA se manifestou, inclusive apoiando a decisão do arbitro da abertura da Copa 2014, que ele acertou e foi muito bem. O que observamos depois? Quantos jogos ele fez? O discurso foi um pouco diferente da pratica. Quantas vezes ele deu entrevistas depois. Teria uma pergunta a fazer sobre as designações da ultima Copa, orientações sobre cartões amarelos e vermelhos etc. Um dos assistentes equivocou-se numa partida e não foi dispensado, mas foi sacado do trio fixo.

13) Busca de talentos

Sendo a CBF responsável por formar e capacitar, a entidade tem que ter “experts” em arbitragem para identificar talentos e desenvolver estes árbitros. Ninguém chega a ser árbitro de alto nível só por querer, depende da sequência nas escalas e crescimento na carreira. Não é aceitável que a CBF emita circular dizendo que não aceitará árbitros “fracos”, o árbitro não é um prestador de serviço que está na sociedade à disposição da entidade, o árbitro tem apenas um empregador: a CBF. E é a entidade que dá as oportunidades para o desenvolvimento do árbitro, se tem árbitro “fraco” é porque a escola, o instrutor e a comissão erraram.

Resposta – Isto vem sendo feito, todavia como não se acompanha o trabalho geral, mas apenas parte, a impressão acaba convergindo para isto. Alias o arbitro que ajudou (Sandro Ricci) o analista de arbitragem sabe disto, pois ele esteve inserido neste processo. A diferença e que se fala demais, sem conhecimento ou fundamento. Quem sabe teremos a oportunidade de observar o mesmo na gestão num futuro não muito distante.

14) Desenvolvimento de software para gerenciamento de escalas

Dizem que tem. Nunca vi. E, se tem, está parametrizado com erros. Como pode o árbitro mineiro Claysson Veloso apitar a final do Campeonato Mineiro (jogo tenso) no dia 26 de abril, dois dias depois estava em Juiz de Fora como quarto árbitro no jogo Tupi x Atlético PR e dois dias depois no interior da Bahia apitando Jacupiense x Náutico (3 jogos em 5 dias), ou o caso do também mineiro Igor Benevenuto que apitou no dia 14 de abril, em Florianópolis Avaí x Operário MT e no dia seguinte estava em São José dos Campos, interior paulista, apitando Santos x Londrina, e o paulista Vinicius Furlan que no domingo apitou a final do Campeonato Paulista Palmeiras x Santos, com muitos questionamentos, e na quarta feira estava em Capivari, interior paulista, como quarto árbitro no jogo Capivariano x Botafogo (escala desproporcional, depois de apitar a final foi escalado como quarto árbitro em momento inoportuno). São muitos os exemplos que um software resolveria, fica a impressão que o controle é feito em um papel ou em um caderno, vai ter erro.

Resposta – Dizer que um oficial de arbitragem ser designado na reserva (quarto arbitro) seria inoportuno e desnecessário, realmente e querer fazer a critica para embasar sua tese de um software. Todos que militamos no futebol sabe que todo jogador, comentarista e arbitro quer atuar, se possível, todos dias.

Detalhe – Isto já ocorreu com o analista no campeonato paulista há alguns anos que, igualmente, não pediu para sair.

 Mas vamos explicar cada caso –

 Claysson Veloso atuou dia 26 de abril – dois dias depois estava em Juiz de Fora como quarto árbitro no jogo Tupi x Atlético PR e dois dias depois no interior da Bahia apitando Jacupiense x Náutico (3 jogos em 5 dias).

 Ele atuou no dia 26 e no dia 30 de abril como arbitro central, ou seja, com quatro dias de diferença. O arbitro viajou no dia 28 totalmente descansado e atuou sem qualquer problema.

Igor Benevenuto que apitou no dia 14 de abril, em Florianópolis Avaí x Operário MT e no dia seguinte estava em São José dos Campos, interior paulista, apitando Santos x Londrina

Aqui com total razão, mas o fato era que na partida da equipe Santos era outro arbitro designado, como ele pegou dengue. Foi solicitado que um dos membros da CA indicasse dois nomes e que observasse justamente isto, mas acabou falhando.

Por outro lado, registramos que a partida estava agendada para outro dia e foi antecipada, ocasionando o problema e o sistema apresentou um problema, ou seja, quando digitamos o nome dos árbitros, existe a indicação de menos de 72 horas de uma partida ou outra, mas depois de fechada a escala e feita outra dias depois, o sistema não emite tal aviso.

 De qualquer forma, posso considera 1 erro em 334 partidas realizadas.

Vinicius Furlan que no domingo apitou a final do Campeonato Paulista Palmeiras x Santos, com muitos questionamentos, e na quarta feira estava em Capivari, interior paulista, como quarto árbitro no jogo Capivariano x Botafogo

 A partida final ocorreu no dia 25 e ser quarto arbitro, dia 29, na partida Capivariano x Botafogo, a 32 km de suas cidade de origem (logística), não pode ser considerado um erro.

15) Resgatar a alegria de apitar um jogo de futebol
Cada vez mais o árbitro está tenso, apreensivo e com medo, e isso é o preâmbulo para o erro. Como sempre dizia o sábio Armando Marques: “o árbitro precisa gostar de ser árbitro” ou “apitar um jogo de futebol é desfrutar do que você gosta de fazer”. Para resgatar a alegria de apitar um jogo de futebol é necessário o fortalecimento dos árbitros, com apoio e não com temor ou ameaças, onde alguns instrutores se colocam mais importantes que os árbitros, causando medo antes dos jogos.

Resposta – Os instrutores foram orientados – quando na função de Delegado Especial – a acompanhar o plano de trabalho elaborado pelos árbitros, mas nem todos gostam de fazer isto em todos os jogos e um ou outo reclama disto. Pedem a retroalimentação após os jogos

16) Departamento de arbitragem com independência e isenção

A escala do árbitro tem que ser técnica, por mérito e a comissão de arbitragem não pode atender a favores ou pedidos de nomes para apitar jogos de determinadas equipes. Atuar com isenção, sem favores políticos.

Nem vou responder, pois já o fiz acima. Talvez o arbitro que sugere isto deve estar acostumado com tal situação que, na CBF, realmente não ocorre (Armando Marques, Edson Rezende ate o momento, ou seja, desde 1997, que isto vem sendo afirmado)

17)Transparência nos contratos de publicidade que envolva os árbitros

Sim, a CBF é uma entidade privada, mas negociar o “corpo”, a “imagem” do árbitro e não trazer o árbitro para participar destas negociações ou deixa-los cientes dos valores pactuados é no mínimo exploração. O árbitro não fala nada porque teme retaliações, e as entidades representativas dos árbitros são fracas e comprometidas com a CBF, mas é um item de total desmotivação que cria uma relação de antipatia do árbitro com a CBF.

Toda verba de patrocínio e revertida em treinamentos para a arbitragem, haja vista os 82 cursos realizados em 2014 e nos 26 que já realizamos em 2015. E afirmo que, em 2015, a previsão e de chegarmos próximos de 2014. Se colocarmos o trabalho em dias, com certeza ultrapassaremos mais de 320 dias….

http://espn.uol.com.br/post/507343_17-medidas-simples-que-a-cbf-pode-adotar-para-melhorar-a-arbitragem-brasileira

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PASSAPORTE CARIMBADO

11/05/2015 às 15:09 | Assessoria CBF

Janette Arcanjo é o Brasil na arbitragem da Copa do Mundo Feminina

Créditos: Divulgação

 

Janette Arcanjo será a representante brasileira na arbitragem da Copa do Mundo Feminina, que será realizada de 6 de junho a 5 de julho, no Canadá.

– Estou muito feliz e honrada em poder representar o Brasil em uma competição internacional. Todo árbitro sonha em chegar a uma Copa do Mundo.

Mesmo tendo recebido a convocação oficial para a competição, a árbitra assistente participou do seminário preparatório para o Mundial, em abril, na Suíça. Na ocasião, Janette passou por testes físicos, aulas teóricas e práticas.

A árbitra assistente ressaltou a importância do curso de inglês da EF EnglishTown, patrocinadora da CBF.

– O curso de inglês nos permite ter um bom rendimento no trabalho, já que, nesses seminários, temos que explicar as jogadas. Podemos também interagir com árbitras de diferentes países e, durante a partida, conseguimos dialogar com jogadores de diversos lugares do mundo. Temos que aproveitar esse curso – disse Janette.

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/janette-arcanjo-sera-a-representante-brasileira-na-copa-do-mundo-feminina#.WJFESvnhDIU

AGRADECIMENTO

AGRADECIMENTO

22/04/2015 às 16:50 | Assessoria CBF

Conmebol parabeniza Comissão de Arbitragem da CBF pelo curso realizado em abril

Créditos: Divulgação

A Comissão de Arbitragem da CBF, através do presidente Sérgio Corrêa, recebeu uma carta da Conmebol, em que a entidade máxima do futebol sul-americano a parabeniza pela organização do curso para árbitros e árbitros assistentes realizado de 6 a 10 de abril em Pinheiral, no Rio de Janeiro.

Na carta, o presidente da Comissão de Árbitros da Conmebol, Carlos Alarcón Rios, ressalta que o curso foi muito enriquecedor não só para os árbitros e árbitros assistentes mas também para os instrutores e dirigentes da arbitragem sul-americana.

 

Prova física encerra Curso

O Curso Para Árbitros Jovens – realizado pela Conmebol, em parceria com a CBF e a FIFA – foi finalizado nesta sexta-feira (10). Os 26 árbitros e 12 assistentes participantes passaram por provas físicas na Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), no Campo dos Afonsos, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

PREPARAÇÃO

10/04/2015 às 17:44 | Assessoria CBF

Prova física encerra Curso Para Árbitros Jovens

O Curso Para Árbitros Jovens – realizado pela Conmebol, em parceria com a CBF e a FIFA – foi finalizado nesta sexta-feira (10). Os 26 árbitros e 12 assistentes participantes passaram por provas físicas na Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), no Campo dos Afonsos, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A parte dos testes físicos foi o último módulo do aperfeiçoamento, que teve atividades durante toda a semana, no Centro de Treinamentos João Havelange, em Pinheiral (RJ). O curso contou com alunos de dez países e começou na última segunda-feira (06), com o propósito de preparar futuros expoentes da arbitragem sul-americana.

– Esse é o primeiro curso aos árbitros jovens realizado pela Conmebol, com a importante colaboração da CBF e da FIFA. A gente observou uma evolução muito grande ao longo do curso. Foi uma imersão com o desenvolvimento de três pilares fundamentais: físico, técnico e mental – explicou o diretor da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (Enaf) e instrutor da FIFA, Alício Pena Júnior.

Os árbitros e assistentes deram 24 voltas no circuito, elaborado para a avaliação da resistência e explosão muscular necessárias em uma partida de futebol. De acordo com o preparador físico Paulo Camello, a turma alcançou resultados satisfatórios.

– Esse curso é uma iniciativa importante para realinhar os jovens com as perspectivas. Desejamos que, em breve, eles possam ingressar no quadro internacional. O curso captou uma série de dados sobre o desempenho desses árbitros, que as confederações poderão consultar quando for necessário – destacou Camello.

Para o árbitro Alisson Furtado, do Tocantins, cursos de formação e reciclagem são primordiais para a padronização dos procedimentos de arbitragem em todos os países do continente e do futebol mundial.

– A troca de informações com os colegas de outros países da América do Sul é importante porque nos oferece integração com outras culturas e maior contato com a língua espanhola, falada em todas as nações vizinhas – finalizou Alisson.

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/curso-teste-fisicos#.WJFCePnhDIU

Árbitros Jovens

I Curso para Jovens da América do Sul idealizado por Sérgio Corrêa, com presença dos instrutores FIFA Cristhian Rosen, Paulo Camelo , os ex-árbitros Oscar Ruiz, Ubaldo Aquino, Alicio Pena, Manoel Serapião, Milton Otaviano, Nilson Monção e Wilson Seneme observaram as atividades e orientaram os jovens.

PREPARAÇÃO

07/04/2015 às 15:36 | Assessoria CBF

Curso Para Árbitros Jovens não FIFA entra no seu segundo dia

Nesta terça-feira (07/04), foi realizado o segundo dia do Curso Para Árbitros Jovens da FIFA, organizado pela Conmebol e com colaboração da CBF e da FIFA, no CT João Havelange, em Pinheiral (RJ). Na parte da manhã foi realizado o teste físico da FIFA, chamado de yo yo test. O exercício foi comandado pelo preparador físico da FIFA  Cristhian Rosen e auxiliado por Paulo Camelo (CBF), que incentivou os participantes a darem o melhor de si. Os ex-árbitros Oscar Ruiz, Ubaldo Aquino e Wilson Seneme observaram as atividades e orientaram os jovens.

A segunda parte do treinamento foi técnica, quando os árbitros e assistentes foram testados em ação, com jogadas trabalhadas junto com a equipe juvenil dos Meninos da Vila, franquia do Santos FC em Volta Redonda (RJ).

A Conmebol realiza pela primeira vez o Curso para Árbitros Jovens da FIFA. Com colaboração da CBF e apoio da FIFA, 26 árbitros e 12 árbitros assistentes de 10 países da América do Sul participam do curso para aprimoramento, que ocorre durante esta semana em Pinheiral (RJ).

O teste físico final será realizado na sexta-feira (10/04), no Centro de Esportes de Aeronáutica, no Rio de Janeiro (RJ).

Jovens da América no Brasil

APRENDIZADO

31/03/2015 às 15:42 | Assessoria CBF

Conmebol e CBF realizam curso para árbitros jovens da América do Sul

Créditos: Rafael Ribeiro / CBF

A Conmebol realiza pela primeira o Curso para Árbitros Jovens da FIFA. Com colaboração da CBF e apoio da FIFA, vinte e cinco árbitros e treze árbitros assistentes foram selecionados para participar do curso, que será realizado entre os dias 6 e 10 de abril deste ano, em Pinheiral (RJ).

Os jovens árbitros representam uma parcela do processo de renovação da arbitragem sul-americana.

Árbitros: Fernado Espinoza (ARG), Ignacio Lupani Stewart (ARG), Nicolas Lamolina (ARG), Ivo Nigel Mendez (BOL), Wilfredo Campos Valdez (BOL), Alisson Sidnei Furtado (BRA), Rafael Martins Diniz (BRA), Rodolpho Toski Marques (BRA), Pablo Ramon Pinheiro (BRA), Renan Roberto de Souza (BRA), Paulo Henrique Salmazio (BRA), Patricio Blanca (CHI), Piero Maza (CHI), Carlos Andres Betancur (COL), Nicolas Gallo (COL), Mario Romero (EQU), Luis Quiroz (EQU), Victor Robles (PAR), Jose Mendez (PAR), Michael Espinoza (PER), Giuliano Rodriguez (PER), Leodan Gonzalez (URU), Federico Arman (URU), Alexis Herrera (VEN), e Angel Arteaga (VEN).

Assistentes: Facundo Rodriguez (ARG), Edwar Saavedra Vargas (BOL), Bruno Raphael Pires (BRA), Nailton Junior Oliveira (BRA), Marcus Vinicius Gomes (BRA), Luiz Claudio Regazone (BRA), Claudio Urrutia (CHI), Alexander Leon (COL), Ricardo Baren (EQU), Jose Villagra (PAR), Michael Orue Medina (PER), Carlos Barreiro (URU), e Lubin Torrealba (VEN).

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/conmebol-e-cbf-realizam-curso-para-arbitros-jovens-da-america-do-sul#.WJE_WvnhDIU