Magalhães fará estreia

ÁRBITRO BRASILEIRO NA COPA SUL-AMERICANA

21/02/2017 às 16:38 | Assessoria CBF

Wagner Magalhães fará estreia internacional

Créditos: Kin Saito/CBF

O brasileiro Wagner Magalhães fará sua estreia internacional, na próxima terça-feira (28). Duas semanas depois de receber a insígnia da FIFA, na sede da CBF (clique para ver), ele será o árbitro de O’Higgins (Chile) x Fuerza Amarilla (Equador), na cidade de Rancagua, pela Copa Sul-Americana.

A Conmebol enviou à CBF, nesta terça-feira (21), o documento que oficializa a designação da equipe de arbitragem que vai trabalhar na partida. Além de Wagner, atuarão os brasileiros Guilherme Camilo Dias (assistente 1), Kleber Lúcio Gil (assistente 2) e Dewson Freitas (quatro árbitro).

A comunicação, enviada também para a Federação de Futebol do Chile e a Federação Equatoriana de Futebol, foi assinada pelo presidente da Comissão de Árbitros da Conmebol, o brasileiro Wilson Luiz Seneme.

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/wagner-magalhaes-fara-estreia-internacional#.WLGve_krLIU

Vídeos do Curso para Instrutores

CBF TV – 21/02/2017

 às 15:52 | Assessoria CBF

 ENAF promove curso para instrutores
 http://www.cbf.com.br/cbf-tv/arbitragem/enaf-promove-curso-para-instrutores#.WLGvMPkrLIU

CBF TV – 23/02/2017

às 19:00 | Assessoria CBF

ENAF promove curso para instrutores

CAPACITAÇÃO

Instrutores participam de curso de arbitragem

21/02/2017 às 15:51 | Assessoria CBF

Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

A Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (ENAF) iniciou, nesta terça-feira (21), o programa de capacitação de instrutores que irão integrar a seleção nacional dos árbitros de futebol de 2017. Os 16 selecionados serão responsáveis pelos cursos regionais para os árbitros de todo o país. O objetivo é que os treinamentos sejam realizados de forma unificada até o início do Campeonato Brasileiro.

– O curso visa aperfeiçoar nossos instrutores e a missão principal deles daqui para frente é levar a mensagem do que a Comissão de Arbitragem quer dos seus árbitros em termos de aplicação da regra do jogo, buscando a uniformidade na aplicação da regra. O que nós queremos é uma uniformidade de ações e cabe a nós prepararmos nossos instrutores para levar essa mensagem – explicou Marcos Marinho, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF.

Antônio Pereira da Silva, ex-árbitro e atual instrutor de arbitragem, está entre os selecionados para o curso e avaliou o projeto de capacitação de forma positiva.

– É um projeto grandioso que a CBF, juntamente com a Comissão de Arbitragem e a ENAF, vem desenvolvendo ao longo do tempo. É um processo de continuidade, de evolução no entendimento e no domínio das regras do jogo. Isso vai fortalecer a compreensão e o entendimento na aplicação das decisões.

Entre os temas abordados no programa de treinamento – que seguirá até a quinta-feira (23), no hotel Transamérica, no Rio de Janeiro – estão posicionamento e leitura de jogo; fundamentos e análises de vídeos de entradas/disputas, impedimento, mão na bola/bola na mão, faltas táticas; análise de desempenho e padrão da arbitragem.

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/instrutores-participam-de-curso-de-arbitragem#.WLGu__krLIU

Novatos na FIFA

ELITE DA ARBITRAGEM

17/02/2017 às 12:22 | Assessoria CBF

Novatos do quadro FIFA falam da responsabilidade

A elite da arbitragem mundial passou a ter, nesta quinta-feira (16), mais seis brasileiros. Os árbitros Rodolpho Toski, Deborah Correia, Rejane Caetano, Wagner Magalhães, Wagner Reway e o assistente Danilo Simon Manis receberam a insígnia e passaram a integrar o quadro da FIFA. Agora, a responsabilidade por integrarem o seleto grupo ganha novo patamar:

– Com certeza aumenta muito porque entrar no quadro da FIFA é difícil, mas se manter é muito mais. Então está todo mundo de olho, nós temos que minimizar todos os erros possíveis dentro de campo e fazer o melhor trabalho. Isso tudo graças ao trabalho com a comissão de arbitragem e todos os membros envolvidos com o departamento de arbitragem da CBF, que vem nos dando todo esse apoio para o nosso desenvolvimento e crescimento e que, assim, a gente consiga obter o melhor sucesso dentro das competições – afirmou Rodolpho.

Danilo Manis, único assistente entre os novos integrantes, destacou a maior visibilidade que eles terão com insígnia no peito:

– A partir de agora nós nos tornamos ainda mais vitrines. Então vamos estar em jogos importantes, a maioria desses jogos são transmitidos e nós somos referência para aqueles que estão começando e tem o sonho de chegar aqui. Então o escudo ele não só é uma conquista pessoal, mas também um aumento de responsabilidade bastante significativo.

Participando de campeonatos profissionais desde 2005, Wagner Reway relembrou o esforço feito para chegar ao ápice da sua carreira:

– Os passos que damos ao longo da carreira para chegarmos ao nível de árbitro da FIFA são bem longos e devem ser perseguidos com bastante dedicação. Eu acho que a vida do árbitro é justamente isso: dedicação. Por várias vezes a gente acaba tomando um revés, errando um lance ou outro, mas se estiver dedicado com treinamento, com melhoria da qualidade técnica, física e emocional, os passos vão sendo progressivos. E chegar nesse nível é a realização de um sonho. Agora tem outras etapas a serem cumpridas, outros objetivos que vem uma vez que se tem o escudo da FIFA no peito.

Entre as mulheres, Rejane Caetano pontuou a dificuldade de se chegar ao quadro feminino da entidade máxima do futebol:

– É o retorno de um trabalho que eu tenho feito desde 2011 e agora está sendo um momento gratificante, de muita conquista e de muita alegria. Eu represento o meu país no quadro feminino e na parte de árbitra central que é difícil de acontecer.

Deborah, por sua vez, ressaltou a importância de continuar escrevendo a história da arbitragem feminina:

– A responsabilidade só aumenta. Agora nós fazemos parte da elite do futebol, então a cobrança vai ser cada vez maior. E a tendência é ter cada vez mais aumentar a participação das mulheres. O bom é que a continuidade dessa história vai sendo mantida. Assim as outras que vierem terão o caminho aberto para atuarem como nós tivemos a oportunidade de atuar.

Wagner Magalhães agradeceu a confiança depositada nos novos árbitros FIFA e enfatizou a relevância das atividades realizadas durante o Treinamento para Árbitros de Elite.

– É uma responsabilidade muito grande. Mas eu fico muito feliz com a confiança que a comissão de arbitragem da CBF depositou nos novos árbitros FIFA. A responsabilidade vai ser muito grande. É difícil chegar e é muito mais difícil se manter no quadro da FIFA. Então, vamos procurar fazer o que a comissão pede para estar apto nas próximas escalas. A semana foi muito produtiva. Assistimos a muitos vídeos sobre entradas, faltas temerárias e cartões amarelos e vermelhos. Foi muito interessante porque foi possível, em uma semana, reunir todos os árbitros FIFA para passar o que a comissão quer no campo de jogo e, seguindo essa solicitação deles, faremos um ótimo Campeonato Brasileiro.

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/responsabilidade-para-os-novatos-no-quadro-da-fifa#.WLGu1PkrLIU

Salmo Valentim elogia CBF

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‘Eu tenho plena convicção de que o Brasil tem os melhores árbitros do mundo’, diz Salmo Valentim.
Diretor da ANAF e chefe do apito em Pernambuco, Valentim pede união da categoria, respeito aos árbitros e elogia ações de Marco Polo Del Nero
DA REDAÇÃO
Atualizado em 20/02/2017 às 16h:50
PERNAMBUCO – Ele geralmente não concede entrevistas, mas quando resolve se manifestar, Salmo Valentim não economiza nas palavras. Tido como um dos dirigentes mais influentes e respeitados do futebol brasileiro, o diretor da Associação Nacional dos Árbitros de Futebol e Presidente do Comitê de Árbitros da Federação Pernambucana de Futebol recebeu a reportagem do Voz do Apito para um bate-papo. Sempre incisivo e sem se importar se vai agradar ou desagradar, Salmo pediu união dos árbitros e destacou a administração tanto de Sérgio Corrêa, ex-todo poderoso do apito, como também elogiou as ações de Marcos Marinho em seus primeiros meses no comando da arbitragem nacional. Além disso, fez um balanço da arbitragem pernambucana e destacou o trabalho feito por Marco Martins, na presidência da ANAF.
Como vai a capital pernambucana?
Por aqui tudo bem, graças a Deus. Pernambuco é o coração do Brasil.
Já tem tempo que você pendurou o apito. Mesmo assim continua treinando?
Não como antes. Mas continuo dando minhas corridas e às vezes malho numa academia perto do meu trabalho. Agora não é mais pra apitar, mas pra cuidar da saúde né? Tenho dois filhos e quero conviver com eles por muitos anos.
Por falar em coração, como anda o seu em pleno estadual?
Quem é presidente de comitê sabe a responsabilidade que é gerir carreiras. Eu me esforço para ser o mais justo possível com o meu quadro e por isso, ao lado do Erich e de Chico, vamos trabalhando para renovar o quadro sem deixar de utilizar os nossos árbitros mais experientes. Aqui o pernambucano, como você disse, está a pleno vapor. Implantamos as audiências públicas e em nossas competições só trabalha quem nos dá resultado dentro de campo. Foi uma forma de prestigiar os profissionais que atravessam o melhor momento. Até aqui posso dizer que estou satisfeito com o desempenho deles no estadual.
Por qual motivo alguns estados não extinguiram o sorteio já que a Legislação Federal dá essa alternativa?
Uns não fazem por covardia, medo de justificar suas escolhas e outros, por falta de apoio político das federações. O Brasil é o único país no mundo que escala os árbitros através de um “bingo”. Sempre fui contra e continuarei sendo. Em Pernambuco, enquanto eu estiver não haverá mais sorteio. Aqui apita quem estiver em melhor fase.
Como é trabalhar numa federação que investe em arbitragem da maneira como Pernambuco faz?
Esse é um viés que deveria ser seguido por todas as federações do Brasil. Dr. Evandro sabe que sem árbitros de qualidade, não se rende um futebol de qualidade. Claro que erros ocorrerão, mas na medida em que você treina e coloca à disposição do árbitro todos os mecanismos para que ele exerça a atividade com excelência, os erros caem drasticamente. Investir em arbitragem tem virado moda no país. Tenho que ressaltar não só a liberdade que o presidente da federação nos dá para trabalhar, como também a confiança que a nossa administração adquiriu de forma geral na sociedade esportiva. Tudo isso também graças ao apoio que temos de Murilo Falcão, diretor de competições da FPF, que nos garante as melhores condições de trabalho.
Mesmo com tantos investimentos, Pernambuco ainda não conseguiu um escudo FIFA na gestão de Evandro Carvalho. É um objetivo?
Eu faço o meu trabalho! Temos árbitros de qualidade com potencial para uma aspiração internacional, mas temos que ser cautelosos respeitando os critérios adotados pelo comitê nacional em relação a essas promoções. Nós vamos continuar trabalhando a todo vapor em busca deste reconhecimento por parte da CBF. Clovis, por exemplo, poderia ter entrado, na minha visão, nesta lista. Não entrou, mas o mundo não acabou. Ele tem idade e pode sim reverter isso dentro de campo no futuro.
Vocês tem optado nos últimos anos a contratar árbitros de fora para apitar por Pernambuco. Contratar sai mais barato do que formar um árbitro de ponta?
O futebol mudou. Se atletas, treinadores e até dirigentes trocam de clubes, por qual motivo os árbitros não podem mudar de federação? É um assunto interessante que merece uma discussão nacional pela forma como algumas transações são feitas. Eu acho injusto, por exemplo, um árbitro receber mais de 100 mil reais por ano numa federação, enquanto este valor poderia ser utilizado para ser investido na qualificação dos árbitros locais. Aqui nós “convidados” e não, “contratamos” alguns árbitros e eles vieram sem nenhuma compensação financeira. Quem era da FIFA, recebia a taxa destinada aos árbitros que compõem o quadro internacional. Não há nada demais nisso. Mas é uma discussão interessante.
Você é a favor que árbitros atuem em finais estaduais fora de seus estados?
Se a competição for nacional, ou seja, organizada pela CBF, não vejo nada demais. Agora, se for em campeonatos estaduais sou totalmente contra. Temos que acabar com essa prática no Brasil. Dirigentes, alguns, não todos, não são capazes de reconhecer os investimentos e o trabalho que os comitês de arbitragem fazem. Essa medida deveria ser extinta do futebol, bem como o sorteio. Num passado não muito distante, vimos árbitros de fora cometendo equívocos em decisões estaduais. E aí, de quem é a culpa? Erros sempre irão existir. Fazem parte do futebol. Mas clubes, federações e principalmente nós, árbitros, precisamos assumir essa responsabilidade.
Vamos falar da ANAF. Tenho percebido um crescimento, em todos os aspectos, da entidade. Como você avalia essa transformação?
Concordo. Crescemos e aos poucos conseguimos conquistar um espaço respeitável no futebol. Martins faz um trabalho proativo e coeso. Sabe os caminhos e tem trânsito livre nos corredores da CBF. Isso é importante para o desenvolvimento da entidade classe dos árbitros e merece ser destacado. Agora mesmo, participaremos do arbitral das principais séries do Campeonato Brasileiro. Sem dúvidas, mas um marco na história da arbitragem brasileira. Conquistamos a regulamentação da atividade, uma vaga no Profut, iniciamos na LIGA as audiências públicas e várias outras conquistas que merecem ser reconhecidas pela categoria.
Marco Polo Del Nero me parece ser parceiro da ANAF. Foi dele a idéia de premiar os árbitros que se destacarem a cada rodada do Brasileirão?
Dr. Marco se notabilizou em São Paulo enquanto esteve à frente do futebol paulista, por investir na arbitragem. Ele começou com esse movimento anos atrás e já o trouxe para a CBF. Tudo que é possível seja no campo tecnológico ou financeiro, ele faz. Nós sugerimos e ele aceitou premiar os árbitros durante a temporada. Isso aquece os ânimos, motiva a categoria e prestigia quem estiver vivendo a melhor fase. Marco Polo Del Nero é o pai da arbitragem brasileira. Um homem simples, que atende a todos com atenção e cordialidade.
Coronel Marinho assumiu o Comitê de Árbitros da CBF num momento delicado, com erros e a pressão da opinião pública. Como você avalia o atual momento da arbitragem brasileira?
Reclamar de arbitragem é algo cultural. Não se pode marginalizar pessoas ou apontar os dedos. Você vai à Europa e esse fenômeno acontece aos montes por lá. No mundo todo isso é perceptível. Durante os anos que esteve à frente do comitê nacional, Sérgio Corrêa fez uma gestão moderna que priorizou uma renovação importante, ou alguém vai dizer que o gaúcho Anderson Daronco, por exemplo, não faz parte desse processo? Claro que reclamações são comuns, mas é preciso, antes de falar de Coronel Marinho, reconhecer a importância do trabalho feito por Sérgio para o crescimento da arbitragem brasileira. Por outro lado, o cargo é de confiança do Presidente da CBF e se ele achou por bem fazer modificações, temos que respeitar. Coronel Marinho é um gestor experiente, chegou com idéias interessantes que podem sim contribuir para que novos árbitros de ponta sejam revelados. É importante que ele administre, como disse a vocês, em parceria com os comitês locais, pois essa ação é imprescindível para que possamos auxiliá-lo de alguma forma, a tomar as melhores decisões.
Estou te achando muito água com açúcar. Soube que está amando. É verdade?
Kkkkkkkkk (risos). Vamos para a próxima pergunta?
Como você enxerga o futuro da arbitragem brasileira?
Com otimismo e entusiasmo. Temos os melhores árbitros do mundo e não se pode esquecer que o Brasil ainda é o país do futebol. Vamos apoiar e trabalhar pelo árbitro e para o árbitro.
Qual o legado que a sua gestão deixará em Pernambuco, quando o seu ciclo chegar ao fim?
Modernizamos o comitê de arbitragem pautando a nossa gestão na transparência, sempre com respeito às pessoas, instituições e, principalmente, carreiras. Pernambuco tornou-se um centro de formação e qualificação de novos árbitros e isso jamais poderá ser esquecido.
Ano passado você perdeu seu pai, o querido “Seu Valentim”. Torcedor apaixonado pelo futebol e seu fã número 1. Tudo por ele, Salmo?
Tudo por ele, para ele e se Deus quiser, com ele. Papai se foi, mas a ele agradeço o homem que sou hoje. Com certeza foi um homem que soube viver muito bem a vida.

LEI DA RECIPROCIDADE

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LEI DA RECIPROCIDADE – 24 de maio de 2007

Reciprocidade, o “velho dar e receber!”, como queiram os estudiosos da arbitragem brasileira. Este artigo tem a finalidade de esclarecer a todos os árbitros de futebol do Brasil, que toda a ação de um clube dentro deste esporte tem seus interesses obscuros e velados.

Com um pequeno gesto ingênuo, sem qualquer interesse aparente, de enviar uma camisa do clube (mandante ou visitante) ao vestiário dos árbitros antes de cada partida, desencadeia mentalmente em alguns colegas (mesmo que inconscientemente) a lei da reciprocidade.

Na arbitragem, essa lei é velada, mas no mundo real, nas ciências como o próprio direito, se encontra muito presente. A ciência do direito serve muitas vezes aos árbitros de futebol fornecendo princípios (boa-fé; legalidade, que seria a vinculação dos árbitros a regra do jogo; discricionariedade que seria fazer um juízo de oportunidade e conveniência de se aplicar ou não a lei da vantagem ou dar a falta, dentre outros, como o da reciprocidade).

Não nos chamam de juízes? Sabemos que não o somos, e repelimos prontamente: “árbitros de futebol”, essa é a terminologia correta. Mas, o que seria essa lei da reciprocidade? Em direito, é amplamente aplicada no direito internacional.

Quem não se lembra do período em que os Estados Unidos estavam exigindo dos brasileiros um cadastro a ser feito logo no desembarque destes nos aeroportos americanos? Pois então, o Brasil também, na ocasião teve o direito de cadastrar os americanos quando aqui desembarcavam, o que provocou protestos destes, teve até um deles que ao ser fotografado para o cadastro fez um gesto obsceno para a câmera e foi preso, no aeroporto mesmo, pela polícia federal. Ate aqui tudo bem, mas o que isso tem a ver com a arbitragem? Perdoem-me, lhes digo: TUDO!.

Ao receber um presente, aciona-se no cérebro do árbitro o princípio da reciprocidade (repito, mesmo inconscientemente) que provocará uma sensação de divida na equipe de arbitragem, sem o menor consentimento do árbitro. Explico:

Em se tratando de um ser humano, que reage com surpresa ao receber algo “sem interesse”, gostaria de continuar a escrever, e dizer que há interesse sim! Embora com alcance pequeno entre os árbitros, isto é letal quando age!

Esta crônica mostra a ação de uma das mais potentes armas de influência e persuasão à nossa volta – a regra inconsciente da reciprocidade.

Mesmo velada em nosso subconsciente, esta, nos diz, a todo o momento que devemos  retribuir, na mesma moeda (favores), o que outra pessoa nos proporcionou.

Volto a dizer, esta regra NÃO está sob nosso controle, consentimento, aprovação, ou na parte consciente de nosso cérebro, e sim no inconsciente. E quem sabe, também no inconsciente do representante do clube que fornece o presente!

Conforme teoria Freudiana, compara-se o cérebro humano, a um iceberg. Considerando a parte consciente de nosso cérebro o que esta fora da água, e conseqüentemente o inconsciente o submerso, que é aproximadamente 95% do bloco de gelo. Então nos leva a crer que temos um cérebro, que age com este mesmo percentual de forma inconsciente, ou seja, automatizado! Área cerebral que não controlamos!.

A forma como fomos educados desde nossos primeiros dias de vida, de sempre retribuir a um gesto cortes de tratamento com a mesma cortesia, sem desapontar a gentileza que nos foi atribuída, nos leva a adquirir valores que ficam nesta área inconsciente de nosso cérebro, como por exemplo:

1 – Se alguém nos faz um favor, devemos retribuir fazendo um favor e este;

2 – Quem não se lembra daquele amigo, tio, primo, cunhado…, que mandou um presente de aniversário, mesmo distante!. Esta ação nos deixa um compromisso inconsciente e também social, pois as boas normas da convivência social, recomendam de lembrarmos com elegância do aniversário dele, retribuindo também com um presente.

Devido à existência da velada lei da reciprocidade na arbitragem,  somos humanamente “obrigados” a retribuir futuramente, favores, presentes, convites e coisas do gênero gentilmente-correto.

Se soubéssemos que temos esta pressão mental, como seria a retribuição de um árbitro de futebol que recebe gentilmente uma camisa de um clube? Retribuiria sendo honesto? Digno? Correto? Não! Isto é apenas obrigação nossa! Então porque vamos dar margens para brigarmos com nosso interior mental, mesmo de forma inconsciente. O melhor é não receber nada e ponto final! Mas que atire a primeira pedra quem nunca recebeu uma camisa após uma partida!.

O aspecto mais impressionante da lei velada da reciprocidade e da sensação de obrigação que acompanha é sua universalização de forma geral, na cultura humana, e não apenas no meio da arbitragem de futebol. Ela é tão levada a sério que, após muitos estudos, como Alvin Gouldner, já em 1960, relata que:

não há sociedade e/ou organização humana que não respeite esta regra”.

Será que como árbitros de futebol, estamos acima de uma vulnerabilidade como esta? Somos superiores ao bem e o mal? É claro que não! Sofremos as mesmas conseqüências desta lei como todos.

Quando erramos argumentamos, que somos humanos, que estamos arbitrando um jogo, que é também jogado por humanos. Mas somos incapazes de aceitar uma limitação como esta (já acreditando que haverá muitas críticas a esta produção), somente por não ser algo explicito que não possa ser ainda mensurado por todos, a exemplo do erro técnico e disciplinar que fica sob avaliação social!

Não podemos negar a existência da ciência dentro da arbitragem de futebol no mundo contemporâneo! Esta deverá trabalhar em prol do desenvolvimento do homem que atua nesta função, potencializando suas qualidades e minimizando as fragilidades.

O renomado arqueólogo Richard Leakey, atribui à essência do que nos torna humanos ao sistema da reciprocidade:

Somos humanos porque nossos ancestrais aprenderam a dividir seu alimento e suas habilidades em uma respeitada rede de obrigações recíprocas

Então, prudente seria, dizer mais uma vez que não estamos falando de desonestidade, mas de algo que carregamos em nosso DNA,  a milhões de anos, e nossa consciência, que à apenas 1% da existência humana, vive sobre um mundo ordenado e civilizado, deixando os  99% de nossa estada na terra para ancestrais  semelhantes primitivos.

Portanto, o que fazer quando recebemos em nossos vestiários uma camisa de um clube como uma cortesia? Somos sabedores que todos nós em algum momento de nossas carreiras já ganhamos um presente destes! Presente este que nos deixa de certa forma felizes, pois enxergamos nele a possibilidade de presentear um amigo, um vizinho, irmão que é torcedor daquele time de futebol, ou que é colecionador de camisas.

Sabemos que receber uma camisa de futebol diretamente do clube, traz a quem a veste, ou a quem a guarda como lembrança  uma sensação muito agradável de exclusividade, de possuir algo raro, precioso. Esta alegria nos comove, mas ao mesmo tempo nos causa angustia de ter recebido algo que ainda não está regulamentado, se pode ou não!

Mas o que fazer de agora para frente?

E em que momento, se caso liberados forem os árbitros a receberem presentes, deverá ser realizada tal gentileza pelo clube? A resposta talvez seja o livre arbítrio, aquele que todos temos, e que nos torna livres e senhores de nossas escolhas. Porém temos de ter consciência que somos responsáveis pelas escolhas que fazemos, e pagamos por elas.

Assim sendo, tenho comigo uma certeza: jamais, repito novamente, JAMAIS, se deve receber uma camisa antes de uma partida, para que você não seja atormentado ou mesmo traído pelo seu EU, durante o jogo  pelo seu vasto inconsciente, acreditando que têm algo a retribuir.

Mas, mais grave ainda são os favores recebidos ao longo de uma carreira de árbitro, favores estes que se tornam muito caros ao longo  do tempo.

Aquela ajudinha recebida por este ou aquele dirigente de federação, clube, político influente, poderá lhe custar a carreira! E não sou eu quem digo isto! E sim a história de alguns árbitros que já se foram, inclusive alguns muito recentes.

Para encerrar, gostaria de dizer que o favor de um modo em geral na vida custa caro, pois em algum momento de nossas vidas ele será lembrado e cobrado. Chegado este momento do pagamento haverá duas situações:

1 – Você vende a alma ao diabo e paga o favor, e monta uma fábrica de resultados, montando uma rede de franquias por vários estados brasileiros, ou seja, torna-se ladrão mesmo! ou

2 – Você diz não para àquele ser gentil que lhe estendeu a mão no passado, no momento em que você mais precisou, aquele que sem ele você não seria nada, afinal ele lhe colocou lá, no tão sonhado posto, com o tão sonhado escudo, e acorda dia seguinte sem o que lhe deram por um simples favor.

Amigos árbitros de todo o Brasil, este período negro da arbitragem (política) brasileira já passou!

Temos de criar uma rota sem favores, colisões, conchavos politiqueiros, que por muito tempo presentearam alguns despreparados para assumir escudos, em troca de um simples favor, sem qualquer interesse! Será?

Lembre-se sempre ao aceitar tal gentileza, que na vida se os favores custam caro, na arbitragem este custo é anos-luz mais oneroso, pois custa sua dignidade também. Mas você tem em seus valores a opção da escolha, uma vez feita a opção, isto será como uma chancela em sua testa. Reflitam!!

Evandro Rogério Roman escreve mensalmente no site da Escola Brasileira de Futebol

Doutor em Educação Física/UNICAMP

Coordenador do curso de Educação Física/FAG

Foi Árbitro de Futebol da FIFA/CBF/Paraná

Atualmente: Deputado Federal

 

Mark vai atuar na Arábia

Melhor árbitro do mundo troca Premier League pela Arábia Saudita

2017/02/16 15:26

 

Mark Clattenburg, árbitro inglês de 41 anos que foi eleito o melhor do mundo, vai deixar a Premier League para rumar à Arábia Saudita.

Segundo a imprensa inglesa, Clattenburg irá substituir Howard Webb como responsável pela arbitragem da federação do futebol na Arábia Saudita.

O árbitro inglês, que deverá abandonar o campeonato antes da próxima jornada, comentou a mudança.

«Isto é uma mudança importante. Nós temos árbitros profissionais no país que eu vou deixar, o que é bastante positivo», disse.

http://www.zerozero.pt/news.php?id=190788


Arábia Saudita contrata Mark Clattenburg, melhor árbitro da Premier League

 Londres, 17 Fev 2017 (AFP) – Mark Clattenburg, um dos melhores árbitros do mundo, vai deixar a Premier League para apitar a liga da Arábia Saudita, segundo informações divulgadas, nesta sexta-feira, pela rede de televisão inglesa BBC.

Clattenburg, de 41 anos, tem 12 temporadas de experiência na Inglaterra e apitou a final da Liga dos Campeões e da Eurocopa de 2016.

A BBC informou que o árbitro vai liderar o colegiado do país, trabalhando meio período a partir da próxima temporada. Na sequência, vai assumir por tempo completo.

“É um grande passo”, falou Clattenburg em coletiva de imprensa transmitida pelo Twitter.

“Temos grandes profissionais no Reino Unido e o nível aumentou muito. Certamente acrescentou uma experiência positiva para mim”, explicou o árbitro.

“O que eu gostaria de fazer agora é implementar esses avanços na Arábia Saudita e estruturar um projeto para durar ao longo prazo”, acrescentou.

Em dezembro, Clattenburg anunciou a possibilidade de exportar seu talento para um país rico e emergente como a China: “se aparece uma oportunidade assim vou avaliar, mas por enquanto estou feliz na Premier League”, revelou à época.

A saída de Mark foi confirmada poucos dias depois do jogo Arsenal e Hull, que o ábitro teve sua atuação contestada.

Como homenagem, o sindicato de árbitros do Reino Unido, PGMOL, falou que Clattenburg “iniciou uma série de normas que os demais deveriam seguir”.

“As façanhas são numerosas e na última temporada Mark protagonizou um ano impecável: além da Premier League, apitou as finais da FA Cup, da Champions League e da Eurocopa”, explicou a PGMOL em comunicado.

A brilhante carreira também teve seus percalços. A PGMOL suspendeu o árbitro durante oito meses, entre 2008/09, depois de investigação sobre transações financeiras profissionais.

Em 2014, o chefe da PGMOL, Mike Riley, também condenou Clattenburg por “não cumprir o protocolo”. O motivo foi um telefonema do árbitro com um dirigente do Crystal Palace, depois do jogo contra o West Brom, apitado por Mike.

jdg-pve/jma/rsc/fa/mvv

https://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2017/02/17/arabia-saudita-contrata-mark-clattenburg-melhor-arbitro-da-premier-league.htm


MELHOR.jpghttps://blogvisaodemercado.pt/2017/02/melhor-arbitro-do-mundo-premier-league/

Curso Arbitragem III FIFA – 2012

Curso Arbitragem III FIFA

Comissão de Arbitragem realizará curso para instrutores na Granja Comary, de 8 a 13 de outubro de 2012

A Comissão de Arbitragem da CBF realizará curso para instrutores na Granja Comary, em Teresópolis, de 8 a 13 de outubro. No treinamento terão representantes de todas as federações de futebol. O ex-árbitro FIFA Oscar Julian Ruiz, da Colômbia, será o instrutor master do curso, responsável por coordenar todas as aulas teóricas e práticas.

Para assessorar o árbitro colombiano, estarão para representantes da CBF Antonio Pereira da Silva, Silvia Regina de Oliveira, Milton Otaviano da Silva e Paulo Camello, além do acompanhamento psicológico com Marta Magalhães. Os participantes do curso terão palestras com o corregedor de Arbitragem Edson Rezende de Oliveira e com o ouvidor de Arbitragem Paulo Jorge Alves.

Os alunos passarão por treinamentos intensos, testes com vídeos, provas escritas e práticas. Ao final, aqueles que cumprirem tudo o que for exigido, receberão um certificado da FIFA de conclusão do curso.

Confira a lista dos instrutores:

Carlos Alaron Rios, presidente da Comissão de Arbitragem da Conmebol; Carolina Colman;Oscar Ruiz; Aristeu Tavares, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF; vice-presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Antonio Pereira; Roberto Perassi; Silvia   Regina; Milton Otaviano.

Veja a lista dos participantes indicados por suas federações:

João Gomes (AC), Hercules Martins (AL), José Roberto Moreira (AM), Orlando Carlos Magno (AP), Belmiro da Silva, (BA), Francisco José  (CE), Nivaldo Nunes (DF), José Tarcísio (ES),  Marcelino Dias (ES), Marcelo Bispo (MA), José Eugênio (MG), Manoel Paixão (MS), Edilson Ramos (MT), José Guilhermino (PA), Fernando Rodrigues (PA), Miguel Félix (PB), Erich Bandeira (PE), Salmo Velentin (PE), João José (PI), Gerson Antonio (PR), Claudio José (RJ), José Nilman (RN), Almir Belarmino (RO), Yungo Paiva (RR),  José Mocellin (RS), Vayran da Silva (SC), Marcony Cabral (SE), Nilson de Souza (SP), Antonio Francisco (TO).

http://www.cbf.com.br/noticias/competicoes/2012/10/5/curso-arbitragem-iii-fifa

Dia de Discussões Práticas na Comary

Dia de Discussões Práticas na Comary

qua, 10/10/12, por Gaciba |

Continuando com as informações do curso para instrutores na Granja Comary, hoje foi o dia em que ninguém piscou os olhos. O encanto de todos que vivem no mundo da arbitragem é discutir e debater jogadas polêmicas e suas interpretações e na data de hoje foi um banquete para os que lá estiveram.

Na parte da manhã foi realizado um trabalho prático no campo de jogo onde com o auxílio dos alunos do curso de árbitros da FERJ foram mostrados exercícios práticos aos instrutores para que os mesmos repassem aos seus árbitros em todos os estados do Brasil. Colocação, reflexo, trabalho de equipe foram alguns dos temas abordados.

Um trabalho relativamente novo realizado pela FIFA onde os árbitros “treinam” em seu campo de atuação. Uma iniciativa que pode e muito enriquecer os conhecimentos dos alunos e acima de tudo preparar árbitros e assistentes para situações que podem apresentar-se durante os jogos “oficiais”. É a prática de um ditado antigo que ouvi no meu tempo de quartel: SUAR NA PAZ PARA NÃO SANGRAR NA GUERRA!

Ainda no turno da manhã fui convidado a realizar um sorteio extraordinário para o campeonato Brasileiro da série “B”. O árbitro Péricles Cortez, sorteado anteriormente,  não chegaria a tempo do jogo pelo fato de seu retorno do jogo das eliminatórias ter sido retardado pela CONMEBOL. Boa e Criciúma terão a arbitragem de Wagner Reway.

Na parte da tarde, na sala da EBF (Escola Brasileira de Futebol), instrutores explanaram sobre mão na bola e bola na mão (Milton Otaviano), Jogada para aplicação de cartões (Oscar Ruiz), Simulação (Aristeu Tavares) e sobre impedimento (novamente Ruiz). Vídeos didáticos foram mostrados e acima de tudo a “mentalidade” da FIFA com itens que facilitam a interpretação das jogadas expostos.

O que são estes itens? São perguntas que são realizadas e com suas respostas a decisão do árbitro é facilitada. Exemplo: Em uma decisão de mão na bola ou bola na mão; perguntas como o movimento do jogador foi natural ou não? A distância da bola era longa ou curta? Há um movimento da mão em direção a bola ou a bola vem em direção a mão? Somadas, estas respostas podem elucidar as decisões!

Amanhã, infelizmente só poderei participar das atividades da manhã onde estão previstas novas situações no campo de jogo. Mas escreveremos a respeito do trabalho que está sendo realizado na área psicológica pela Dra. Marta realizando um perfil com um mapa da assessoria psicológica que os árbitros estão recebendo no Brasil. As apresntações dos grupos de estudo ficaram para a parte da tarde.

Hoje, sem dúvida tivemos um dia de grande ensinamentos. Cansativo mas extremamente produtivo! Até amanhã.

http://sportv.globo.com/platb/blog-do-gaciba/2012/10/10/dia-de-discussoes-praticas-na-comary

Imersão profunda! – 2012

Instrutores em imersão profunda!

ter, 09/10/12, por Gaciba |

categoria Notícias do Apito

Conforme avisamos, estivemos hoje na Granja Comary para acompanhar os trabalhos que estão sendo realizados com o grupo de instrutores da arbitragem nacional.

Desde o período da manhã até o início da noite, presenciamos as inúmeras atividades de aperfeiçoamento realizados na sala da EBF (Escola Brasileira de Futebol). O primeiro turno teve como instrutor o ex-árbitro Colombiano Oscar Ruiz que falou aos “alunos” sobre a METODOLOGIA DA INSTRUÇÃO da FIFA para que os conhecimentos sejam levados de maneira uniforme para todos os cantos do mundo. A tática é aproximar os critérios continentais e acima de tudo saber que as orientações da FIFA estão sendo passadas de forma semelhante por maior que seja a distância física entre os locais de instrução.

A atenção dos alunos de hoje e instrutores de amanhã

Posteriormente a ex-árbitra da FIFA e instrutora da entidade Silvia Regina, orientou e aplicou testes de trívia e vídeo aos instrutores.  Os testes de trivia nada mais são do que provas de múltipla escolha a respeito das regras do jogo em seus mais diferentes níveis de dificuldade. Já os vídeos-teste são o mais novo instrumento encontrado pela FIFA para padronizar a atividade pelo mundo afora. Neles são passados jogadas em vídeo e os alunos/árbitros devem responder qual a decisão técnica e disciplinar tomariam naquela jogada. Posteriormente os dados são tabulados e as respostas são discutidas cabendo aos instrutores repassar a palavra da FIFA sobre a jogada em questão.

Como exemplo, vamos em breve realizar um vídeo-teste elaborado por este blogueiro para as pessoas que gostam de nos visitar e debater regras.

Milton Otaviano explana sobre procedimentos padrões

Posteriormente coube a Carolina Colman da CONMEBOL e o instrutor e ex-árbitro assistente da FIFA Milton Otaviano repassar conhecimentos para os alunos sobre a separação e edição de jogadas polêmicas para que o processo inverso de instrução possa ocorrer. Ou seja, com o instrumento disponibilizado, qualquer jogada realizada em qualquer uma das divisões do futebol pelo mundo poderá ser selecionada e enviada via CBF até a CONMEBOL e se for necessário até a FIFA.

Carolina repassando conhecimentos

Amanhã na parte da manhã chega o momento das orientações práticas do evento. Com o auxílio dos alunos da Escola de árbitros da FERJ do diretor Carlos Elias Pimentel, os instrutores terão orientações no campo de jogo a respeito de deslocamentos, exemplos de condutas táticas e técnicas, tomadas de decisões etc.

Já na parte da tarde, será a hora em que os instrutores trarão temas “polêmicos” para a discussão apresentando trabalhos em grupos realizados através de situações como: mão na bola e bola não mão, trabalho de equipe, simulação, critérios para a apresentação de cartões, conduta inconveniente, jogada brusca, conduta temerária e uso de força desproporcionada, participação ativa etc.

Amanhã postaremos as novidades sobre as atividades do longo dia de trabalho. Até lá.

http://sportv.globo.com/platb/blog-do-gaciba/2012/10/09/instrutores-em-imersao-profunda/