Ferj solicita uso do VAR

Por Vicente Seda — Rio de Janeiro

 


Árbitros que participam da operação do VAR precisam ser certificados pela IFAB — Foto: Thayuan Leiras Árbitros que participam da operação do VAR precisam ser certificados pela IFAB — Foto: Thayuan Leiras

Árbitros que participam da operação do VAR precisam ser certificados pela IFAB — Foto: Thayuan Leiras

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) aguarda apenas a liberação da International Football Association Board (IFAB), o órgão internacional que dita as regras do esporte, para confirmar os árbitros que irão operar o VAR (árbitro de vídeo) nas semifinais do Campeonato Carioca. O uso da tecnologia em qualquer competição oficial tem de ser aprovado pela IFAB e o presidente da comissão de arbitragem da entidade carioca, Jorge Rabello, espera que a documentação chegue até esta quarta-feira.

A IFAB também tem de aprovar os 21 nomes que participaram do treinamento em 2018. A empresa responsável pela implementação da tecnologia no Campeonato Carioca é a Hawk-Eye, que fez a operação do VAR na Copa do Mundo da Rússia no ano passado.

Somente o Estádio Nilton Santos e o Maracanã receberam a tecnologia que, nesta temporada, terá um custo de R$ 28 mil por partida. Mas o Moacyrzão, o Raulino de Oliveira e São Januário também estão aptos a receber a tecnologia. Neste ano, aparato só será usado nos jogos decisivos da competição: as semifinais e finais de turno, e as semifinais e final do campeonato, totalizando 10 partidas com VAR neste ano. Para 2020, o número de jogos com VAR deve subir para 16 e incluir os clássicos.

Relação dos participantes do curso de capacitação para operação do VAR — Foto: ReproduçãoRelação dos participantes do curso de capacitação para operação do VAR — Foto: Reprodução

Relação dos participantes do curso de capacitação para operação do VAR — Foto: Reprodução

Rabello explicou que a IFAB precisa certificar os estádios e os árbitros que estarão envolvidos na operação do VAR. Do contrário, não é possível usar a tecnologia em uma competição oficial.

– Precisamos da IFAB. Ela recebeu da CBF os nomes dos árbitros que fizeram o treinamento em Águas de Lindoia no ano passado. Esses nomes precisam ser certificados. A IFAB certifica os estádios e os árbitros. A solicitação já foi feita. Sem isso, ninguém consegue no mundo – explicou.

Ele aproveitou para agradecer ao presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Marcos Marinho, e ao chefe do projeto VAR no Brasil, Sérgio Corrêa.

– Sem esse apoio e orientação não teríamos chegado aonde chegamos.

Autor: Sérgio Corrêa

Árbitro na Federação Paulista de Futebol (1981-2001) e da Confederação Brasileira de Futebol (1989 a 2001); Ocupou cargos administrativos nos sindicatos entre 1990-93 e 1996-03, Eleito e reeleito presidente para dois mandatos: o primeiro compreendido entre 03/02/2003 a 08/04/207 e o segundo, de 09/04/2007 a 08/04/2011. Deixou a função para assumir a presidência da CA-CBF. Pela Associação Nacional dos Árbitros de Futebol ocupou os cargos de secretário-geral, entre 25/10/1997 e 13/05/2003. Já, na Comissão de Arbitragem, foi secretário-geral entre 25/10/2005 e 06/08/2007. Nomeado presidente da CA-CBF em duas oportunidades, a primeira entre 07/08/2007 a 22/08/2012, a segunda, de 13/05/2014 a 28/09/2016. Também foi diretor-presidente da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol, entre 07/01/2013 a 12/05/2014. Atualmente, continua chefiando o DA (desde 22/08/12) e lidera o projeto de árbitro assistente de vídeo, nomeado junto a FIFA desde 15/09/2015.

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