MONITORAMENTO E ANÁLISE

04/07/2017 às 17:30 | Assessoria CBF

Brasileirão: queixas sobre arbitragem diminuem

Créditos: Rener Pinheiro / CBF

Quando um clube sente-se prejudicado pela atuação da arbitragem, um representante formaliza uma queixa. O trabalho da Comissão de Arbitragem da CBF, sob a presidência de Marcos Marinho, vem alcançando resultados positivos e o quadro de reclamações é um deles: o número de registros na Ouvidoria caiu de 24 em 2016 para 8 este ano. Este cenário considera as 10 primeiras rodadas do Brasileirão das séries A e B.

No ano passado, os times procuraram a Ouvidoria da Arbitragem para citar 14 partidas da Série A, levando em conta os 100 primeiros jogos da competição. No Brasileirão de 2017, foram 3 queixas. A Série B também trouxe queda nas reclamações, sendo 10 em 2016 e 5 este ano.

– Investimos em um sistema avançado, com uso de tecnologia, para monitoramento e análise criteriosa da arbitragem. O público é sempre informado de todos os nossos passos, como o novo seguro dos árbitros e os relatórios sobre as decisões em cada rodada. Estamos trabalhando os pilares fundamentais [técnico, físico, psicológico e social] para melhorar o nível das atuações – afirmou Marinho.

Análise de 300 horas de futebol

A Comissão de Arbitragem da CBF inseriu novas ferramentas no processo de monitoramento e análise de desempenho. O sistema de avaliação é multidirecional, com analistas no estádio e debulhando os vídeos de todos os duelos das duas principais divisões.

Nos 200 primeiros confrontos do Brasileirão, somadas as rodadas das séries A e B, foram analisadas 300 horas de futebol, com 400 relatórios, divididos entre os 108 analistas de campo e os 33 de vídeo.

Menos cartões

O Campeonato Mais Equilibrado do Mundo também apresenta redução na quantidade de cartões amarelos e vermelhos. Na Série A de 2016, os árbitros aplicaram 447 amarelos, com média de 4,47 por partida, e 28 vermelhos (0,28). Este ano, a incidência diminuiu nos dois casos: 420 cartões amarelos (4,20) e 21 expulsões (0,21). Esses dados consideram as 10 primeiras rodadas.

Faltas e bola rolando

No mesmo contexto, o número total de faltas subiu de 3015 (30,15 por jogo) para 3111 (31,11). O tempo média de bola rolando passou de 56’32” para 53 minutos e 38 segundos.

Autor: Sérgio Corrêa

Árbitro na Federação Paulista de Futebol (1981-2001) e da Confederação Brasileira de Futebol (1989 a 2001); Ocupou cargos administrativos nos sindicatos entre 1990-93 e 1996-03, Eleito e reeleito presidente para dois mandatos: o primeiro compreendido entre 03/02/2003 a 08/04/207 e o segundo, de 09/04/2007 a 08/04/2011. Deixou a função para assumir a presidência da CA-CBF. Pela Associação Nacional dos Árbitros de Futebol ocupou os cargos de secretário-geral, entre 25/10/1997 e 13/05/2003. Já, na Comissão de Arbitragem, foi secretário-geral entre 25/10/2005 e 06/08/2007. Nomeado presidente da CA-CBF em duas oportunidades, a primeira entre 07/08/2007 a 22/08/2012, a segunda, de 13/05/2014 a 28/09/2016. Também foi diretor-presidente da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol, entre 07/01/2013 a 12/05/2014. Atualmente, continua chefiando o DA (desde 22/08/12) e lidera o projeto de árbitro assistente de vídeo, nomeado junto a FIFA desde 15/09/2015.

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