Método de ensino de Harvard!

Teoria da aula invertida: conheça o método de ensino de Harvard!

 

11 de novembro de 2017

Até pouco tempo atrás, uma aula considerada normal era composta por alunos dispostos em fileiras e um professor, que era a figura detentora do saber. Dessa forma, todos deveriam prestar atenção ao que ele falava e absorver o conteúdo. A evolução do ensino, entretanto, trouxe muitas metodologias de aprendizado diferenciadas, e o método de ensino de Harvard é uma deles.

Utilizada por renomadas faculdades, como Harvard e a British Columbia, esse método de ensino é positivo, pois estimula os alunos a entenderem a disciplina, além de aumentar a compreensão do conteúdo que está sendo passado. Ficou interessado e quer saber como a teoria da aula invertida funciona? Então acompanhe o post!

O modelo de ensino tradicional

O modelo de ensino tradicional, e ainda muito utilizado no mundo, é expositivo e impositivo, ou seja, uma pessoa expõe e passa o seu conhecimento a outras. Essa forma de ensino é muito antiga e, por isso, tem funcionado cada vez menos.

Em sua criação, a ideia era educar o máximo de pessoas possíveis de maneira mínima, para executar trabalhos repetitivos. Como sabemos, esse cenário de sociedade e mercado de trabalho já não se faz mais presente e, por isso, o método de ensino necessita ser revisto para que possa ser mais bem aproveitado.

O método de ensino de Harvard

Na teoria da aula invertida, a maneira de aprendizado é trocada, ou seja, o professor não é mais o centro das atenções, e o aluno passa a buscar conhecimento por seus próprios meios. Normalmente, o papel do professor, nessas aulas, é estipular os temas a serem debatidos ao decorrer do semestre, para que cada aluno inicie pesquisas sobre o assunto e traga informações durante as aulas.

O preparo prévio por parte do aluno exige que ele compreenda, antes mesmo da aula, um pouco sobre o assunto que será falado. Essa ação estimula osestudantes, visto que o assunto a ser debatido será muito mais familiar do que no método antigo, favorecendo o rendimento, a atenção e a participação.

Para o estudo prévio, os alunos recebem a indicação de textos, livros, filmes, documentários e artigos. Além disso, um questionário dirigido com os principais tópicos a serem tratados na aula pode ser oferecido pelo professor, principalmente no caso de matérias extensas, facilitando o foco do aprendizado no que realmente interessa.

Os pontos positivos dessa nova metodologia

Existem muitos pontos positivos no método de ensino de Harvard. A seguir, separamos alguns para que você saiba.

  • maior foco no que está sendo dito em sala de aula;
  • mais ação dos alunos em relação aos professores;
  • alunos mais motivados e menos cansados;
  • estudantes mais seguros para participar do assunto e expressar suas opiniões;
  • troca de experiência entre os alunos.

A sala de aula invertida é uma excelente ideia, que ainda precisa ser mais bem divulgada no Brasil para que possa ser mais bem utilizada. Para que a educação evolua, é necessário menos aulas expositivas e mais experiências e práticas.

Se você é aluno, converse com o seu professor sobre o método de ensino de Harvard e veja se ele concorda em testá-lo.

E então, gostou do post? Se quiser saber um pouco mais sobre o processo de aprendizagem e o método de ensino de Harvard, clique no link a seguir e descubra

 

http://blog.mepassaai.com.br/teoria-da-aula-invertida-conheca-o-metodo-de-ensino-de-harvard/. técnicas infalíveis de memorização.

Autor: Sérgio Corrêa

Árbitro na Federação Paulista de Futebol (1981-2001) e da Confederação Brasileira de Futebol (1989 a 2001); Ocupou cargos administrativos nos sindicatos entre 1990-93 e 1996-03, Eleito e reeleito presidente para dois mandatos: o primeiro compreendido entre 03/02/2003 a 08/04/207 e o segundo, de 09/04/2007 a 08/04/2011. Deixou a função para assumir a presidência da CA-CBF. Pela Associação Nacional dos Árbitros de Futebol ocupou os cargos de secretário-geral, entre 25/10/1997 e 13/05/2003. Já, na Comissão de Arbitragem, foi secretário-geral entre 25/10/2005 e 06/08/2007. Nomeado presidente da CA-CBF em duas oportunidades, a primeira entre 07/08/2007 a 22/08/2012, a segunda, de 13/05/2014 a 28/09/2016. Também foi diretor-presidente da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol, entre 07/01/2013 a 12/05/2014. Atualmente, continua chefiando o DA (desde 22/08/12) e lidera o projeto de árbitro assistente de vídeo, nomeado junto a FIFA desde 15/09/2015.

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