RACISMO NO FUTEBOL BRASILEIRO

RACISMO NO FUTEBOL BRASILEIRO

11/11/2014 às 18:34 | Assessoria CBF

CBF recebe representantes da Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados

Os representantes da Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados foram recebidos na sede da CBF nesta terça-feira pelo presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Correa. O racismo era o assunto principal da reunião, que também contou com representantes do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Estiveram presentes o presidente da Comissão de Esporte, deputado Damião Feliciano; o deputado Marcelo Matos; o deputado Edinho Bez; e o consultor da Câmara dos Deputados Marcos Rogério. O vice-presidente e corregedor do STJD, Ronaldo Piacente, e o promotor do STJD, Luciano Hostins também participaram da reunião.

O departamento de Marketing da CBF também participou da reunião e expôs a campanha “Somos Iguais”, veiculada em diversas TVs, nas mídias sociais da entidade, que contou com a participação de jogadores como Tinga, Pato, Rever, Ralf, entre outros.

– Temos que diminuir o racismo no futebol brasileiro. Racismo é crime e deve ser punido. O árbitro tem o poder de paralisar a partida quando um ato racista acontecer e a Comissão de Arbitragem assumiu o compromisso de cobrar isso deles. É uma importante conquista para o cidadão brasileiro – ressaltou o presidente da Comissão de Esporte, deputado Damião Feliciano.

– A reunião entre os deputados e a CBF vem ajudar o trabalho do STJD de combate ao racismo. Hoje explicamos à comissão o que fazemos, aplicamos a lei que já existe, de punição aos clubes – explicou o vice-presidente e corregedor do STJD, Ronaldo Piacente.

O presidente da Comissão de Arbitragem, Sérgio Correa, explicou aos deputados o trabalho que a CA-CBF tem feito para diminuir o racismo no futebol brasileiro. Durante alguns meses, quando o árbitro e o árbitro assistente acessavam o site da CBF para ver sua escala de jogos, recebiam uma mensagem com a orientação de que quando houvesse um ato racista em uma partida, deveriam paralisá-la, avisar o delegado do jogo e chamar o policiamento para as devidas providências. Além disso, há um tópico nas “Orientações para Arbitragem” em que este tema também é abordado.

– Acredito que os representantes da Comissão de Esporte ficaram satisfeitos com o nosso trabalho. Assumimos o compromisso de continuar orientando os árbitros para que eles não hesitem em paralisar o jogo quando acontecer um ato racista, pois isto é crime.

 

http://www.cbf.com.br/noticias/a-cbf/cbf-recebe-representantes-da-comissao-de-esporte-da-camara-dos-deputados#.WNLH7W8rLcc

Autor: Sérgio Corrêa

Árbitro na Federação Paulista de Futebol (1981-2001) e da Confederação Brasileira de Futebol (1989 a 2001); Ocupou cargos administrativos nos sindicatos entre 1990-93 e 1996-03, Eleito e reeleito presidente para dois mandatos: o primeiro compreendido entre 03/02/2003 a 08/04/207 e o segundo, de 09/04/2007 a 08/04/2011. Deixou a função para assumir a presidência da CA-CBF. Pela Associação Nacional dos Árbitros de Futebol ocupou os cargos de secretário-geral, entre 25/10/1997 e 13/05/2003. Já, na Comissão de Arbitragem, foi secretário-geral entre 25/10/2005 e 06/08/2007. Nomeado presidente da CA-CBF em duas oportunidades, a primeira entre 07/08/2007 a 22/08/2012, a segunda, de 13/05/2014 a 28/09/2016. Também foi diretor-presidente da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol, entre 07/01/2013 a 12/05/2014. Atualmente, continua chefiando o DA (desde 22/08/12) e lidera o projeto de árbitro assistente de vídeo, nomeado junto a FIFA desde 15/09/2015.

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