– Muitas vezes o árbitro conhece as regras, mas falta essa ajuda mental como suporte para ele na hora de tomar decisões – disse Amélio Andino, diretor de arbitragem da confederação do Paraguai.

Ana Paula Oliveira, diretora-secretária da ENAF, ressalta que o pilar mental completa o ciclo de competências que o profissional da arbitragem precisa dominar para exercer seu papel com primazia:

– Não dá para a gente falar da arbitragem, hoje, só focando na questão física, técnica e teórica e não englobando a questão mental.

http://www.cbf.com.br/noticias/arbitragem/belo-horizonte-sedia-3o-encontro-de-psicologos#.WJFmJfnhDIU