+ 10 horas de bola rolando

É BOM SABER!

07/01/2016 às 17:45 | Assessoria CBF

Cruzada pelo Respeito: + 10 horas de bola rolando

A Cruzada pelo Respeito, iniciativa da Comissão de Arbitragem da CBF para melhorar o espetáculo do futebol e reduzir as reclamações em campo, gerou resultados positivos em 2015. O tempo médio de bola rolando por jogo no Brasileirão 2015 subiu de 52’27 para 54’06.

 

Considerando todo o campeonato, foram 627 minutos de bola em jogo a mais do que em 2014. Isto representa 10h27 ou quase sete partidas. A quantidade de confrontos que tiveram mais de 60 minutos de bola rolando, número ideal apontado pela FIFA, também aumentou: de 27 para 58, uma evolução superior a 100%.

A média de faltas diminuiu e foi a menor dos últimos 38 anos: 28,65 por jogo. Este cenário equipara o Brasileirão aos principais campeonatos europeus (veja dados abaixo).

Em função do maior rigor dos árbitros, a competição teve maior incidência de cartões amarelos e vermelhos. As punições específicas por reclamação pularam de 184, em 2014, para 337, no ano passado.

Confira os números do relatório da Comissão de Arbitragem:

Tempo Médio de Bola Rolando

2014: 52 minutos e 27 segundos

2015: 54 minutos e 6 segundos

Partidas com mais de 60 minutos de Bola Rolando 

2014: 27

2015: 58

Média de faltas do Brasileirão 2015 foi a menor dos últimos 38 anos 

2011: 32,63

2012: 37,31

2013: 34,99

2014: 32,65

2015: 28,65

Série B

2013: 37,71

2014: 35,81

2015: 30,48

Média de faltas – Temporada 2015 e 2015/2016 (campeonatos europeus) 

Itália (159 jogos): 30,73

Alemanha (144 jogos): 29,71

Brasil (380 jogos): 28,65

Espanha (150 jogos): 28,01

França (180 jogos): 27,16

Inglaterra (160 jogos): 21,74

Cartões Amarelos 

2014: 1.645 (4,33 por jogo)

2015: 1.824 (4,80 por jogo)

Cartões Amarelos (Reclamações)

2014: 184

2015: 337

Cartões Vermelhos

2014: 82

2015: 109

Dados: Footstats (2011 a 2014) e Leonardo Gaciba (2015)

Autor: Sérgio Corrêa

Árbitro na Federação Paulista de Futebol (1981-2001) e da Confederação Brasileira de Futebol (1989 a 2001); Ocupou cargos administrativos nos sindicatos entre 1990-93 e 1996-03, Eleito e reeleito presidente para dois mandatos: o primeiro compreendido entre 03/02/2003 a 08/04/207 e o segundo, de 09/04/2007 a 08/04/2011. Deixou a função para assumir a presidência da CA-CBF. Pela Associação Nacional dos Árbitros de Futebol ocupou os cargos de secretário-geral, entre 25/10/1997 e 13/05/2003. Já, na Comissão de Arbitragem, foi secretário-geral entre 25/10/2005 e 06/08/2007. Nomeado presidente da CA-CBF em duas oportunidades, a primeira entre 07/08/2007 a 22/08/2012, a segunda, de 13/05/2014 a 28/09/2016. Também foi diretor-presidente da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol, entre 07/01/2013 a 12/05/2014. Atualmente, continua chefiando o DA (desde 22/08/12) e lidera o projeto de árbitro assistente de vídeo, nomeado junto a FIFA desde 15/09/2015.

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