Entrevista – 03/07/2014

“Uma nova fase da arbitragem será aplicada depois da Copa, árbitros a moda antiga são poucos e devem se enquadrar”

02/07/2014    23:16hs – Atualizado  03/07/2014 – 07:25hs

Comissão de arbitragem da CBF prepara novidades para a arbitragem para depois da Copa do Mundo de olho nos árbitros sem “comprometimento”

A CA-CBF anunciou recentemente que criaria os trios fixos, logo apareceram vários murmurinhos nos bastidores, entre eles que os trios seriam profissionalizados (seriam contratados da CBF) e que os árbitros FIFA poderiam escolher com quem trabalhariam. Um absurdo se levarmos em consideração que a iniciativa é por ordem de Marco Polo Del Nero que já tentou implantar o mesmo modelo em São Paulo e não deu certo.

O jornalista alagoano Paulo Lira, repórter da Radia Gazeta de Alagoas e editor do Blog “Noticia na Mira” entrou em contato com Sérgio Corrêa da Silva (foto) para esclarecer as duvidas sobre o assunto. Sérgio Corrêa que vive uma nova fase, a fase “Tite”, pois tem falado muito, bem ao contrario dos tempos de Ricardo Teixeira quando foi proibido de dar entrevistas a não ser para a Rede Globo, não poupou palavras para explicar as novidades da arbitragem a serem aplicadas depois da Copa do Mundo e aproveitou para enviar recados aos árbitros que se cumpridos a risca deixara muito deles com a barba de molho e longe do apito.

Na longa entrevista, Corrêa deu informações importantes entre elas que no mundo moderno a psicologia através da “sociometria”* será uma das areas responsáveis por formar os quintetos e por que não, escalar o árbitro, o que leva a crer que se o neurologista Sigsmund Schlomo Freud, o criador da psicanálise fosse vivo, certamente seria o chefe dos árbitros da FIFA. Vale frisar que o pilar psicológico já faz parte da estrutura da CBF há mais de seis anos sem qualquer ganho aparente. Pelo contrario, não é difícil em off, os árbitros reclamarem que são obrigados a passar em consultas por psicólogos e ainda terem que demonstrar que o trabalho resulta em algum tipo de ganho dentro de campo.

Além das informações, Sérgio deu recados, desta vez bateu forte naqueles que segundo ele não tem comprometimento, não trabalham em equipe, que marcam faltinhas, que adoram exposições desnecessárias e atacou principalmente aqueles que fazem uso das redes sociais para fazer marketing. Nada de novo, tudo faz parte das orientações repassadas no início dos campeonatos e que logo são ignoradas pelos árbitros.

Leia abaixo a entrevista na íntegra que Sergio Corrêa concedeu ao Blog Noticia na Mira.

A Comissão de Arbitragem da CBF dá mais um passo em prol do desenvolvimento da arbitragem no Brasil. Seguindo os moldes da FIFA, a CA-CBF instituirá equipes fixas de arbitragem, ou seja, cada árbitro terá assistentes titulares e suplentes fixos, em geral da mesma federação, para todos os jogos que participar, exatamente como funciona na Copa do Mundo. E nada melhor do que saber da própria Comissão de Arbitragem Nacional como irá funcionar toda essa mudança. O Notícia na Mira procurou o Presidente da C.A.CBF, Sérgio Corrêa da Silva para que ele possa esclarecer tudo que irá acontecer, e o resultado foi esta entrevista.

Acompanhem o bate-papo e tire as suas próprias dúvidas de como será implantado o novo sistema de trabalho da arbitragem brasileira.

Noticia na Mira – Os quintetos (árbitro, assistentes e adicionais) serão fixos? Serão todos do mesmo estado? Ou poderão ser de estados diferentes?

Sérgio Corrêa – De 30 de junho a 02 de julho, a CA, o DA e a ENAF estará reunida na sede da CBF para fechar todos os detalhes do projeto. preliminarmente, o projeto é o de ter equipes especiais de arbitragem composta por um árbitro e quatro assistentes (revezamento), que podem ser ou não do mesmo estado. Nada engessado, mesmo porque qualidade não tem origem. Formada as equipes eles irão trabalhando juntos e o desempenho da equipe sendo considerado para futuras designações.

Quanto ao Adicional, o de nº 1, que assume a função principal em qualquer eventualidade, a escolha recairá sobre um árbitro experiente (pode ser FIFA, ESP, ASP ou CBF-1). o de nº 2, serão utilizados árbitros intermediários ou promissores. O quarto árbitro, como regra geral, será local, mas em jogos de elevada dificuldade e grandes decisões, utilizaremos de outro estado e igualmente experiente.

Designaremos Instrutores da ENAF, que realizaram curso Futuro III no exterior para atuar como Delegados Especiais e Tutores. Também serão aproveitados os instrutores que realizaram o curso em Campos do Jordão e outros de reconhecida capacidade para as funções.

Adotaremos o regime de concentração, com as equipes de arbitragem chegando no dia anterior a partida até as 14h. O Delegado Especial deverá chegar e ficar no mesmo hotel.

Na RT, toda equipe de arbitragem receberá informações táticas, histórico das equipes, jogadores, treinadores, dados estatísticos, etc e apresentação de vídeos com a circular 010 etc.

Sérgio Corrêa sendo entrevistado pelo jornalista Paulo Lira. Foto: Marçal

NM – Quando serão definidos estes quintetos e os árbitros podem escolher com quem querem trabalhar?

SC – A CA fará a escolha das equipes especiais, mas todos os oficiais de arbitragem da FIFA, ESP, ASP e CBF-1, obrigatoriamente, deverão manter contato com a Dra. Marta Magalhães Sousa para que seja aplicado alguns testes, entre eles, a sociometria. Neste teste, claro, serão dados indicativos importantes para composição das equipes especiais.

Importante: a Dra. Marta Magalhães, sendo autorizada pelos árbitros, subsidiará no fechamento das equipes mencionadas. Importante destacar que não é pensamento formar equipes de AMIGOS ou de FEDERAÇÕES ESPECIFICAS, mas equipes de arbitragem, cujos integrantes tenham elevado grau de acerto com base nas últimas 3 temporadas, haja visto que temos todos os dados do período.

Reiteramos que o objetivo é o trabalho em equipe, o comprometimento, e a busca pela qualidade.É possível e já comprovamos em nossa primeira passagem que existem árbitros e assistentes de gabarito na grande maioria dos estados. Vamos procurar prestigiar e levar em consideração os estados que estão focados na melhoria da qualidade de sua arbitragem, estão organizadas com escolas de formação de árbitros devidamente instalada, instrutores técnicos e físicos atualizados e avaliados, bem como os árbitros venham tendo atuações regulares, etc.

A CA irá premiar os árbitros comprometidos com o trabalho, que estejam cumprindo as recomendações, não aqueles que adoram exposições desnecessárias, os que procuram as entrevistas, atuam pensando nas escalas seguintes, os que estão mais preocupados em marketing, através de redes sociais, enfim, não queremos os do mi-mi-mi, mas os que amam o que fazem e não os que apenas gostam….

Sabe qual a diferença de amar e gostar? O que ama se empenha (trabalha) ao máximo, sem medir dificuldades. Já o que gosta, ao contrário, detesta o trabalho e busca outros caminhos, aquele que, na menor dificuldade, se abatem. A CBF quer os guerreiros do apito! Os que não aceitam treinadores e jogadores indisciplinados para fazer média; os que marcam faltinhas desnecessárias, padronizam acréscimos, etc.

Obs.: Em relação aos Adicionais, se fixarmos eles não terão oportunidade de atuar e isto não vai ocorrer. A CA, dentro do possível, vai compor as equipes, sem esquecer o plano de carreira implantado em 2008, com as categorias de árbitros e toda estrutura arbitral atual.

A CBF quer os guerreiros do apito! Os que não aceitam treinadores e jogadores indisciplinados para fazer média; os que não marcam faltinhas desnecessárias 

NM – Serão somente na Série A?

SC – Faremos isto nas Séries A e B, na C, observando a logística. J, na D, vamos aproveitar os novos, preferencialmente até 33 anos. Aqui colocaremos tutores para a busca de promissores que demonstrando potencial poderão atuar nas Séries C, B e até na A desta temporada. Como disse acima, hoje temos dados desde 2008, conhecemos todas as Federações, Comissões e, claro, os Oficiais de Arbitragem.

NM – E quando um errar, todos irão pagar pelo erro sendo afastados?

SC – O equivoco será analisado como vem sendo. Levantamos todas as situações e constatarmos a falta do trabalho de equipe, sem dúvida alguma. Agora, o equivoco individual, a primeira medida será afastar para os treinamentos com os instrutores.

Estamos preparando um relatório para levantamento de vários detalhes, tais como: horários de chegada no hotel, estádio, comportamento dentro e fora das quatro linhas, engajamento no processo, cuidado com a documentação da partida, cumprimento das regras do jogo, etc. O objetivo principal é o de formar equipes de trabalho, na busca pelo melhor resultado. As desculpas que recebemos hoje de que estão conhecendo os companheiros no vestiário não será admitido. Chegou a hora de separar os comprometidos dos que nada querem, a não ser, escala pela escala.

Aproveitaremos instrutores de folga na rodada para que façam uma análise do trabalho dos árbitros em todas as partidas transmitidas. De sua casa fará o relatório da partida sob outro ponto de vista e irão informar a CA imediatamente dos problemas ocorridos e separar situações de jogo para correção imediata, se for o caso. Em resumo, a arbitragem será observada triplamente (no campo, na TV e, claro, pela CA). Para isto, estamos finalizando com o gerente de TI, Fernando Franca, a implantação de vídeos, via portal dos árbitros. Situações ocorridas nas partidas serão disponibilizados via portal, com as devidas decisões sob a ótica das regras do futebol, advindas dos instrutores da extirpe FIFA: Antônio Pereira, Wilson Seneme, Ednilson Corona, Milton Otaviano, Ana Paula, Silvia Regina, Manoel Serapião, Alicio Pena, Erich Bandeira, de outros grandes instrutores como: Roberto Perassi, Sérgio Cristiano, José Mocellin, Márcio Verri, Fernando Castro, José Alexandre, Gerson Baluta, etc… com objetivo de evitar, por exemplo, o que ocorreu em uma partida da Copa do Brasil e outra na Série A, em que dois árbitros deixaram de aplicar CV para jogadores em oportunidades claras de gol. O critério de ambos foi uniforme, mas equivocado. Se houver repetição em situação já elencada, infelizmente medidas duras serão adotadas.

O processo de renovação não ficou paralisada nos últimos dois anos, mas acredito ser primordial aproveitar os promissores na Série A, arriscar um pouco mais, do contrário como ter um plantel respeitável se não atuarem, além de, em pouco tempo, a CA-CBF ficar na mira dos jornalistas por aproveitamento sempre dos mesmos, o que, sem dúvida, é um trabalho que deve continuar a ser feito nos estados, pois a entrada para a RENAF se dá pelas Federações.

A CA-CBF já esta com todos os dados dos árbitros para a reunião mencionada acima, bem como, no final do mês de agosto realizaremos um treinamento com acompanhamento do RAP-FIFA para os árbitros de elite, aspirantes, promissores e outros escolhidos pela CA e ENAF.

As desculpas que recebemos hoje de que estão conhecendo os companheiros no vestiário não será admitida. Chegou a hora de separar os comprometidos dos que nada querem

NM – Estamos diante de uma nova era da arbitragem Nacional?

SC – É bom deixar registrado que, uma nova fase da arbitragem será aplicada e todos já foram informados, via Comissões Estaduais (Ofício Circular 028). Enfim, até agosto todos devem entrar em contato com a Dra. Marta Magalhães para realização dos testes mencionados e durante alguns dias serão avaliados com provas físicas e teóricas de forma oral, aplicação de trívias em inglês, espanhol e português. Para 2015, todos os FIFA e ASPIRANTES realizarão a prova física Categoria 1 e, em 2016, toda RENAF será avaliada nestes índices. Na reunião da CA, com os integrantes da ENAF, todos os dados (físicos, técnicos, faixa etária, regularidade nas atuações e possibilidades de aproveitamento internacional, entre outros pilares: mental e social) estarão em discussão. Com todo investimento que vem sendo feito temos mecanismos para colocar a arbitragem num patamar ainda mais elevado.

Temos as informações da evolução gradual da arbitragem brasileira e se compararmos com os do Mundial estamos bem próximos. Para se ter uma idéia, observando a média de faltas praticadas na Série A, desde 1988 estão no site para os interessados. Na década de 80/90 chegamos em uma temporada a uma média de 52 faltas por jogo. Pois bem, 26 anos depois tais números estão caindo de forma vertiginosa, o que significa e comprova a evolução dos árbitros. Em 2013, a média chegou a 34/35 faltas por jogo, sendo que no mundial, a média esta entre 25/26 faltas por jogo (média de pouco mais de 2 CA por jogo). A diferença é de 10, com uma média de 5 CA por jogo. Podemos reduzir ainda mais as faltas e os cartões, basta aproveitarmos melhor os árbitros que não ficam parando o jogo por qualquer contato e estes dados também temos e vamos utilizar. Árbitros a moda antiga são poucos e devem se enquadrar.

Quem quiser cobrar que o faça de forma justa, mas não de forma pessoal e direcionada, aqueles motivadas por interesses de grupelhos, cujos objetivos são conhecidos por serem rasos demais. A estes uma única dica: trabalhem mais! Estamos implantando a ficha individual do árbitro, inserindo todos os seus dados para que não fique na memória das pessoas, mas documentado, pois assim, escolheremos sempre aqueles que estão empenhados na filosofia moderna da arbitragem. Para que tenham uma idéia, alongamentos, recuperação depois de um esforço físico são aspectos que mudaram, mas muitos ainda insistem em usar métodos antigos. Tudo mudou (se para melhor ou pior é entendimento que devemos respeitar, mas a ciência esta ai para comprovar o que estamos dizendo).

Todos sabem como o futebol está cada vez mais veloz e não se pode ficar pensando nos tempos em que um grande craque dominava a bola e tinha tempo de pensar para fazer um lançamento de 40/50 metros…. Hoje, dominou, os espaços são encurtados, portanto, precisamos de árbitros dinâmicos, velozes e com grande capacidade de controle do jogo. Ficar lembrando do passado é bom e salutar para ver o quanto avançamos, mas temos que agir e preparar a arbitragem para o futuro que não espera sonhadores, mas sim, trabalhadores. Imaginem se, em 2008, não tivéssemos feito a renovação da arbitragem brasileira… Não teríamos representantes em várias competições, ai sim, poderiam cobrar.

Uma nova fase da arbitragem será aplicada, árbitros a moda antiga são poucos e devem se enquadrar

NM – Diante mão, acho uma idéia muito legal. Vejo sempre os árbitros falando em trabalho em equipe, que é fundamental e tal. Excelente inovação.

SC – Não é inovação, estamos fazendo esta mudança pensando na melhoria do trabalho em equipe. Por outro lado, iniciei dizendo que não engessaremos. Estaremos atentos para, se for o caso, mudar a rota. O que estamos esperando é que cada equipe faca sua parte e para isto condições vem sendo dadas de maneira consistente e progressiva.

Outras novidades ainda estão sendo projetadas e não posso encerrar sem dizer que a CA-CBF, conta com apoio do Presidente José Maria Marin e do futuro presidente, Marco Polo Del Nero e só para que fiquem ligados, estamos autorizados a realizar intercâmbios internacionais para jovens árbitros que dominem os pilares da FIFA, mas isto é para um futuro não muito distante.

Nota do Apitonacional

Considero esta entrevista de Sergio Corrêa dada ao Noticia na Mira como a mais importante desde que assumiu a comissão de arbitragem da CBF em 2007. Quando um dirigente assume um posto de comando em um local bagunçado, e a arbitragem brasileira era bagunçada, a primeira coisa que tem que fazer é colocar ordem na casa e isso foi feito através dos números publicados no site da CBF. Para tudo tem regulamento, tem alguma circular ou determinação que diz o que pode e o que não pode ser feito. A segunda coisa a ser feita é implantar um sistema que o comandante julgue capaz de suprir as necessidades da função e terceiro é cobrar dia e noite para o que implantou de o resultado esperado.

A primeira fase foi sucesso absoluto, Sergio Corrêa – um trabalhador como poucos que conheci – se mostrou a pessoa certa para a função, tanto é que hoje é conhecido como o homem que transformou a arbitragem brasileira em números. A segunda já não foi esse sucesso todo, acredito que mais por tê-la iniciado sem terminar a primeira. Agora, finalmente anuncia o inicio da terceira fase para depois da Copa do Mundo.

Na entrevista, Sérgio saiu do seu natural e pela primeira vez rugiu como um leão lutando pelo domínio do seu território quando sinalizou as mudanças aos árbitros e, não só veremos daqui pra frente se vai ser mesmo esse leão ou voltar a ser o gatinho que tem sido até agora como cobraremos diariamente que se cumpra o que disse na entrevista acima.

O Apitonacional não é a favor e nem contra ninguém especificamente e sim pela arbitragem, pois não se admite que árbitros por mais importante que seja tenha seus próprios critérios, que ignore as determinações e que teimem em não reproduzir dentro de campo os treinamentos exaustivamente repassados pelos instrutores da CBF. O futebol moderno não admite mais uma partida com 50 faltas, 17 amarelos, técnicos e jogadores apitando as partidas e nem árbitros despreparados tanto fisicamente quanto tecnicamente, pois tem a disposição toda uma estrutura fornecida pela CBF para colocar em pratica o que dele se espera e são bem remunerados se levarmos em consideração o que ganha um assalariado.

As cobranças anunciadas, assim como as oportunidades dadas tem que ser igual para todos, não importando se é arbitro de Copa do Mundo ou um iniciante, pois todos eles têm que provar dentro de campo e não fora dele que é merecedor de comandar o maior espetáculo da terra que é o futebol e aqueles que após as chances dadas não tiverem capacidade e os que teimarem em não cumprir as determinações, que sejam retirados da bacia, pois uma maça podre sempre contamina as demais.

Desejo ao Sérgio Corrêa sorte e coragem para que realmente faça a correção da rota que se faz necessário neste momento para que este Titanic que ruma para seu iceberg não afunde de vez. Que cobre os homens do apito ao extremo, pois como comandante será aqui cobrado na mesma proporção.

* A palavra sociometria, derivada do latim, desenvolvida pelo psicoterapeuta Jacob Levy Moreno, é resultante da junção das palavras socius (social) e metrum (medida). Podemos então a partir da sua definição etimológica, entender como referente ao estabelecimento de medidas de variáveis sociais, ou medição do grau de vinculação entre indivíduos de um grupo.

 


Vamos em frente. Até qualquer momento!


Referência: www.apitonacional.com.br/entrevistas/moda-antiga.html

Autor: Sérgio Corrêa

Árbitro na Federação Paulista de Futebol (1981-2001) e da Confederação Brasileira de Futebol (1989 a 2001); Ocupou cargos administrativos nos sindicatos entre 1990-93 e 1996-03, Eleito e reeleito presidente para dois mandatos: o primeiro compreendido entre 03/02/2003 a 08/04/207 e o segundo, de 09/04/2007 a 08/04/2011. Deixou a função para assumir a presidência da CA-CBF. Pela Associação Nacional dos Árbitros de Futebol ocupou os cargos de secretário-geral, entre 25/10/1997 e 13/05/2003. Já, na Comissão de Arbitragem, foi secretário-geral entre 25/10/2005 e 06/08/2007. Nomeado presidente da CA-CBF em duas oportunidades, a primeira entre 07/08/2007 a 22/08/2012, a segunda, de 13/05/2014 a 28/09/2016. Também foi diretor-presidente da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol, entre 07/01/2013 a 12/05/2014. Atualmente, continua chefiando o DA (desde 22/08/12) e lidera o projeto de árbitro assistente de vídeo, nomeado junto a FIFA desde 15/09/2015.

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