AAV – Modelo brasileiro

30/01/2017 por Editoria de web em Esporte / Atualizado 31/01, 17:17 h

Fifa proíbe CBF de testar modelo brasileiro de árbitro de vídeo

 

A FIFA disse não ao Brasil para testar o modelo nacional de árbitro de vídeo, criado por Manoel Serapião Filho, ex-árbitro da própria FIFA e instrutor da Comissão Nacional de Árbitros e integrante da International Board.

A alegação é a continuidade da experiência com o modelo holandês, utilizado no Mundial de Clubes no Japão em 2016 e que causou muitas confusões. As partidas foram paralisadas com erros do árbitro de vídeo.

Coordenador do Árbitro de Vídeo da CBF, Sérgio Correa da Silva revela que a entidade não utilizará os testes na Série A deste ano como estava previsto no Regulamento Geral das Competições devido à negativa da FIFA para o nosso modelo, mais conservador, não interrompendo o jogo o tempo inteiro, além do custo de aproximadamente de R$ 20 milhões.

http://www.itatiaia.com.br/noticia/fifa-proibe-cbf-de-testar-modelo-brasileiro-de-arbitro-de-video

Fifa acaba limite de idade

13/01/2015 por Wellington Campos em Esporte / Atualizado 07/08, 18:09 h

Fifa acaba com aposentadoria de arbitragem aos 45 anos

A Fifa comunicou as confederações que a partir de agora os árbitros poderão continuar no quadro internacional depois dos 45 anos. Ao que parece, a entidade maior do futebol mundial entendeu que é difícil fazer um árbitro maduro com pouca idade e que a maioria consegue apitar bem depois dos 40.

Resta saber, se a Fifa pretende subir a idade de inclusão no seu quadro, até então, limitado para os 38 anos. Um argumento usado para acabar com o limite etário é de que muitos apitadores conseguem seus auges com 40 anos, conduzindo as partidas com tranquilidade e equilíbrio, não disputando com os atletas a atenção dos torcedores e telespectadores.

Vários bons árbitros brasileiros tiveram que deixar o apito no melhor momento da carreira, o que proporcionou grande prejuízo para as competições nacionais e internacionais. Sem citar nomes, essa mudança na idade poderá ser benéfica para o futebol no mundo inteiro.

 

Entrevista com Seneme

 formação e a carreira dos homens do apito: entrevista com Wilson Luiz Seneme

Por João Victor Escovar

Não é fácil ser árbitro de futebol no Brasil. As pressões por um bom desempenho, a falta de condições ideais para isso e a o constante olhar negativo lançado acompanham os que escolhem essa função. No entanto, a paixão em ser parte constituinte do futebol é fator decisivo para que cada vez mais jovens se interessem em apitar profissionalmente. Para tratar do tema, o Arquibancada entrevistou o ex-árbitro paulista Wilson Luiz Seneme, que figurou no quadro da FIFA de 2006 a 2014. Formado pela escola de árbitros Flávio Iazetti, da Federação Paulista de Futebol, Seneme hoje trabalha na formação de novos árbitros, acumulando os cargos de coordenador de instrução da CBF, membro da comissão de arbitragem da CONMEBOL e instrutor da FIFA. Confira:

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Arquibancada: Quando lhe ocorreu o desejo de ser árbitro? Por que acredita que isso aconteceu?

Seneme: Sempre fui um apaixonado por futebol. Essa paixão que se acendeu quando criança me acompanhou ao longo da vida. Fui jogador de futebol, começando nas categorias de base, com 15 anos, e cheguei até o profissional em times do interior paulista. Tenho inclusive uma convocação para a seleção brasileira sub-17. Porém, percebi que seria muito difícil tornar-me um jogador de ponta, e realmente são muito poucos os jogadores que ganham bem no Brasil. Nesse momento, enquanto me formava em Educação Física, recebi convites para apitar alguns jogos e então ingressei aos poucos nesse mundo até desejar participar do futebol profissional. Além disso, meu pai foi árbitro no futebol amador. Mesmo nunca tendo me dado conta disso, acho que inconscientemente herdei a vontade e o talento dele.

A: Qual o procedimento para se tornar um árbitro de futebol profissional?

S: No caso da Federação Paulista, deve-se contatar a escola de árbitros, que é no prédio da entidade, e passar por uma seletiva de conhecimentos prévios, além de ter no mínimo 16 anos. Após receber o diploma, o árbitro começa apitando jogos de categorias de base e de menor importância. Se seu desempenho for bom, ele vai subindo o nível dos jogos que apita. Como todo atleta, ele deve buscar a constante evolução para estar nos grandes jogos e campeonatos.

A: Existem muitas pessoas interessadas em participar da arbitragem?

S: Sim, existe um interesse muito grande na carreira de árbitro, visto que só em SP contamos com mais de 600 federados. Por outro lado, há uma mudança no perfil dos que procuram a função, como muitos jovens e mulheres. Isso pode renovar a arbitragem, mas é difícil conscientizar os jovens de que o árbitro deve aparecer o mínimo possível, manter o jogo estável. Eles querem mostrar serviço.

A: O senhor obteve sucesso na sua carreira, pois chegou à FIFA e inclusive foi cotado para apitar em uma Copa do Mundo. Há muitas dificuldades para conseguir esse êxito? Ele esbarra na questão da profissionalização?

S: Dificuldades existem, como em qualquer carreira. O Brasil, por exemplo, tem direito a 10 vagas no quadro da FIFA.  Apesar disso, é possível crescer na profissão, desde que se tenha uma outra paralela, pois é muito difícil sobreviver de arbitragem apenas. A carreira não é profissionalizada, as remunerações são por partidas e não há estabilidade quanto às oportunidades de exercer a função. Além disso, não se tem registro de carteira ou direitos trabalhistas. Portanto, é muito arriscado largar o emprego ou a faculdade apenas para ser árbitro. No meu caso, eu era professor de Educação Física. Conforme eu ascendi na arbitragem, ela começou a me exigir muito mais tempo disponível, visto que eu tinha de fazer viagens longas. Dei prioridade, arrisquei, e deu certo, mas nem sempre isso acontece, e então as pessoas retornam às suas profissões. Hoje existe apenas a regulamentação da profissão, mas na prática não muda em nada o que era antigamente: uma prestação de serviço. Nossa luta é para que haja ao menos um grupo de árbitros profissionais no Brasil, atletas que treinem como os jogadores. É preciso dar mais atenção à arbitragem. No começo dos campeonatos, ela é sempre ignorada, mas conforme os erros ocorrem, querem nos cobrar.

A: O árbitro rotineiramente aparece de forma negativa na mídia e na concepção dos torcedores. Isso atrapalha no desempenho de sua função?

S: Atrapalha muito, mas não efetivamente dentro do jogo. O maior problema é a cultura estabelecida, de que o árbitro não é um ser humano, mas sim uma máquina que não pode errar, sentir, se lesionar, etc. Aquele que apita deve ser visto com o mesmo respeito que aqueles que jogam. O árbitro deve ser um atleta que treina todos os dias e se dedica, para conseguir seu objetivo no jogo, que é conduzi-lo bem e não interferir no resultado. Cada vez mais o futebol evolui: estádios, equipamentos, tática, preparação física. O árbitro deve acompanhar essa evolução. Quando o atacante perde o gol, ele não é crucificado como o árbitro que erra, prejudicando um time. A quebra desse paradigma e a mudança de visão no mundo do futebol são algo interessante para o futuro.

A: Tem sido cogitado o uso da tecnologia, como o vídeo, para o auxílio da arbitragem. Qual sua opinião sobre o tema?

S: Acredito que tudo que venha para legitimar situações é bem-vindo. No entanto, antes disso o árbitro deve ter boas condições de trabalho e treinar diariamente, com simulações e preparação física, pois a repetição reduz o erro. Assim, ele irá bem e o vídeo será usado apenas em situações especiais, de maneira que o juiz não se torne um fantoche.

A: Existe algum tipo de influência externa, no trabalho do árbitro, por exemplo, em grandes “caldeirões”?

S: Não posso falar por todos os árbitros, pois não somos robôs, mas sim seres humanos, e cada um reage de uma maneira. Pessoalmente, isso nunca me influenciou muito, aliás, meu nível de concentração subia em grandes decisões com a presença de grandes torcidas. Há pressões muito maiores, como as inúmeras câmeras que flagram todo erro e o volume exorbitante de dinheiro que os clubes de futebol investem.

A: Árbitro tem time?

S: Claro que sim. O árbitro é uma pessoa que adora futebol e está inserido nesse mundo, não é uma figura alheia. Eu, por exemplo, estou desde os cinco anos com uma bola no pé e tenho meu time.O fato de eu torcer não influencia nas minhas decisões, já que meu interesse pessoal e profissional é maior do que o time: ali está meu ganha-pão. O mesmo ocorre com o jogador que atua contra um ex-clube no qual é ídolo: por ser profissional, ele defende o clube atual, sem sentimentalismos. O nível de consciência do árbitro com relação a seu papel é tão grande que ele separa as duas coisas. São muitos paradigmas a serem quebrados. É preciso uma mudança na cultura de como se vê o árbitro do século XXI.

http://arquibancada.jornalismojunior.com.br/2016/05/09/a-formacao-e-a-carreira-dos-homens-do-apito-entrevista-com-wilson-luiz-seneme/

O curso da Escola de Arbitragem Flávio Iazzetti tem duração de 18 meses. Após esse período, faz um estágio supervisionado nas categorias de base. As inscrições normalmente abrem ao fim do mês de junho. Para conferir o edital de seleção da truma 2015/2016, clique neste link:

http://www.fpf.org.br/arquivos/201506/1161840120.pdf

Endereço: Rua Federação Paulista de Futebol, 55 – Barra Funda – São Paulo/SP

CEP: 01141-040

Telefone: (11)2189-7000

E-mail: fpf@fpf.org.br

Site: www.fpf.org.br

Entrevista com o Assistente FIFA..

… do Paraná: Bruno Boschilia

Bruno Boschilia – FIFA/PR

Segunda, 6 de julho de 2015

Em um breve bate papo com o Árbitro Assistente FIFA do Paraná, Bruno Boschilia, que fala um pouco sobre a sua trajetória na arbitragem, experiências no quadro internacional e a expectativa para o futuro.

APAF-PR) Primeiramente se apresente e conte como começou sua trajetória na arbitragem.

R: Sempre gostei muito de futebol, mas não alcancei sucesso como atleta. Especificamente na arbitragem minha trajetória começou em 2001, quando iniciei o curso de arbitragem de futebol, sob orientação do professor Nelson Lehmkuhl e através de influência familiar. Neste mesmo ano comecei a atuar na Liga de Maringá, onde fiz meus primeiros jogos. No ano seguinte retornei à Curitiba e nos finais de semana viajava para Maringá para concluir o curso de arbitragem. Em 2003, já formado, me inscrevi na Federação e aí comecei atuar em competições oficiais.

APAF-PR) Hoje você é o representante da arbitragem paranaense no quadro internacional. O que isso representa para você?

R: Estar no quadro da FIFA é uma grande honra e satisfação, mas, também, uma grande responsabilidade, pois o Paraná possui uma grande história no futebol e na arbitragem. Por outro lado, isso me motiva ainda mais a treinar e buscar melhorar sempre, pois represento a arbitragem do nosso estado dentro e fora do país.

APAF-PR) No seu segundo ano no quadro FIFA você já participou de duas competições de seleções. Conte como foi receber as convocações, sua preparação, e como foi a experiência no Sulamericano Sub 17 e no Mundial Sub 20.

R: A convocação para o Sulamericano Sub 17 foi uma grande surpresa, tendo em vista que fui chamado de última hora para substituir um companheiro que reprovou no testes físicos. Recebi uma ligação na quinta-feira, sábado estava viajando para o Paraguai e na terça-feira já realizei as provas físicas. Provei aquela máxima que diz que “precisamos estar prontos para as oportunidades e não nos prepararmos para elas”. Caso não estivesse preparado, o sonho poderia ter ruído. Assim, nosso trio fez um grande Sulamericano, participando de partidas decisivas, e isto foi fundamental para que viesse a convocação para o Mundial Sub 20. A viagem à Nova Zelândia foi uma incrível experiência pessoal e profissional. Lá pude estar participando com companheiros de arbitragem de outras 34 nacionalidades e instrutores de todos os continentes. Nesta competição, atuamos em 3 partidas e acredito que tivemos um bom desempenho.

APAF-PR) Também neste ano você teve a oportunidade de trabalhar na mística La Bombonera, conte um pouco como foi essa experiência?

R: Este ano trabalhei em 4 partidas na Copa Libertadores, dentre elas uma entre Boca Juniors X Palestino, na La Bombonera, em Buenos Aires. Já havia visitado como turista, mas poder bandeirar lá foi uma grande experiência, por ser um estádio com muita história e uma apaixonada torcida.

APAF-PR) Quais são suas projeções para o restante do ano e para os próximos anos de carreira? Já pensa em uma possível Copa do Mundo?

R: O objetivo imediato é realizar um grande Campeonato Brasileiro, que é uma competição muito importante. Não faço muitas projeções para o futuro, é claro que tenho o sonho de participar de uma Copa do Mundo, mas é preciso viver um dia de cada vez. Assim, acredito que para chegar lá, o jogo mais importante é o próximo em que esteja escalado. Regularidade e consistência são fatores fundamentais para os árbitros.

APAF-PR) Para encerrar. Que recado você deixa para os árbitros que estão iniciando agora e para aqueles que ainda estão buscando seu espaço?

R: Diria para aqueles que estão começando que treinem, treinem e treinem! Para chegar à excelência é preciso muito treinamento, estudo e preparação. A estrada da arbitragem não é fácil, ao contrário, é dura e tortuosa, é preciso muita dedicação e persistência. Gostaria de dizer à todos os árbitros que temos que ser uma categoria mais unida, pois somente assim seremos mais fortes.

Bruno Boschilia

Curitibano de 31 anos, Mestre em Educação Física, se formou árbitro 2001 e começou a atuar pela Federação Paranaense de Futebol em 2003. Ingressou no quadro da CBF em 2008 e em 2014 conquistou a insígnia da FIFA. Durante esse período coleciona inúmeras partidas pelo Campeonato Paranaense, Copa do Brasil, mais de 80 jogos somente na Série A do Brasileiro, além de atuações na Copa Libertadores da América e Sulamericana. Atualmente faz parte da renovação da arbitragem brasileira proposta pela CBF.

A APAF-PR parabeniza o Árbitro Assistente, Bruno Boschilia, pela brilhante trajetória na arbitragem brasileira e mundial.

Por: Eduardo Furiatti

http://www.apafpr.esp.br/noticia/entrevista-com-o-arbitro-assistente-fifa-do-parana-bruno-boschilia/96

Audiência Pública

PERNAMBUCANO

03/02/2017 às 19:31 | Assessoria CBF

Audiência Pública dos hexagonais será na segunda

Créditos: FPF

Nesta segunda-feira (06), a Comissão Estadual de Arbitragem (Ceaf) irá realizar mais uma Audiência Pública para a divulgação dos árbitros escalados para a 3ª rodada do Hexagonal do Título e para a 3ª rodada do Hexagonal da Permanência do Pernambucano A1/2017. O evento será no salão nobre da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) às 15h.

A audiência é aberta ao público. Dirigentes de clubes, presidentes, torcedores e jornalistas estão convidados a participar.

O site da FPF transmitirá a audiência ao vivo.

Árbitros treinam para Candango

COMEÇA SÁBADO!

02/02/2017 às 11:54 | Assessoria CBF

Árbitros acertam últimos detalhes para o Candangão

Créditos: Divulgação/Federação de Futebol do Distrito Federal

O Candangão2017 começa no próximo sábado (4) e não só os clubes que se preparam para a competição. Os árbitros também trabalham duro para terem os bons desempenhos nas partidas, tanto fisicamente, quanto na obediência de regras, levando aos atletas as melhores condutas de jogo. Para isso, a Comissão de Arbitragem do Distrito Federal (CDAF), em parceria com a Comissão de Estudos do Sindicato dos Árbitros de Futebol (SAF), realizaram na segunda quinzena de janeiro, as atividades de preparação os árbitros da competição local.

O processo de preparação começou no último dia 17, quando todos os árbitros se reapresentaram. A partir do dia 21 até o dia 25, tiveram início os treinamentos físicos com todos os árbitros da Comissão Distrital de Árbitros de Futebol (CDAF), presidida por Geufran Almeida Oliveira, instruídos pelo ex-árbitro Marrubson Melo. Já nos dias 26 e 27 de janeiro foram aplicados os treinamentos teóricos, por meio de vídeo-testes e debates sobre as novas regras de jogos, no auditório da escola da Polícia Militar-DF.

Para finalizar, no dia 28, no campo do Centro de treinamento do Corpo de Bombeiros – CECAF, foram realizados treinamentos físicos e técnicos com atividades de simulações e debates sobre as mudanças ocorridas recentemente nas regras do jogo. O mediador da palestra foi o experiente Sérgio Cristiano, instrutor de arbitragem da CBF.

Para Geufran, idealizador e organizador da pré-temporada, a iniciativa visa dar mais ênfase à qualidade das atuações da arbitragem no DF.

– Temos um nível de árbitros e assistentes muito bom. Mas não podemos deixar cair de produção o que já alcançamos durante os trabalhos de temporadas passadas. Somos muito cobrados e, por isso, é necessário estarmos focados e bem preparados em todos os aspectos, desde o conhecimento das regras até a parte física.

Fonte: site oficial da Federação de Futebol do Distrito Federal

http://www.cbf.com.br/noticias/fala-federacao/arbitros-acertam-ultimos-detalhes-para-o-candangao#.WJkG-fnhDIU

DE VOLTA AO RIO

Marcelo de Lima Henrique retorna ao quadro da FERJ

Créditos: Úrsula Nery/Agência FERJ

01/02/2017 às 12:26 | Assessoria CBF

O árbitro Marcelo de Lima Henrique, de 45 anos, está de volta ao futebol carioca. Integrante do quadro da FIFA entre 2008 e 2014, ele voltará a fazer parte do quadro da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, após dois anos atuando pela Federação Pernambucana de Futebol (FPF).

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O presidente da Comissão de Arbitragem da FERJ (COAF-RJ), Jorge Rabello, explicou a volta do árbitro.

– Ele nos pediu e chegamos a um entendimento. É um árbitro muito qualificado e estamos felizes com sua volta – afirmou Rabello.

Marcelo de Lima Henrique continua no quadro da CBF. Com isso, a FERJ terá mais uma vaga no quadro nacional de árbitros.

Fonte: site oficial da FERJ

Curso para novos árbitros

COMISSÃO DE ARBITRAGEM

27/01/2017 às 12:25 | Assessoria CBF

FCF realiza abertura do curso para novos árbitros

Créditos: Pedro Chaves / Federação Cearense de Futebol

Na noite da última segunda-feira (23), na sede da Federação Cearense de Futebol, a Comissão de Arbitragem da entidade e a Escola de Árbitros Alzir Brilhante realizaram a abertura do curso de novos árbitros.

Com a presença do Presidente da FCF, Mauro Carmélio, do Presidente da Comissão de Arbitragem da FCF, Milton Otaviano, e do Presidente da Escola de Arbitragem, Paulo Silvio, a entidade deu as boas-vindas aos alunos da turma.

Entre aulas, atividades e avaliações físicas, técnicas e teóricas, a turma de novos árbitros da FCF se formará no final deste ano.

Fonte: Site oficial Federação Cearense de Futebol

http://www.cbf.com.br/noticias/fala-federacao/fcf-realiza-abertura-do-curso-para-novos-arbitros#.WJkFwPnhDIU

Brasil x Colômbia

Arbitragem para o Jogo da Amizade

25/01/2017 às 16:16 | Assessoria CBF

 

Créditos: CBF

Está definida a arbitragem para o Jogo da Amizade, que será disputado entre Brasil e Colômbia às 21h45 desta quarta-feira (25), no Estádio Nilton Santos (Engenhão). O trio será argentino: Jorge Ignacio Baliño, Lucas Andres Germanotta e Gabriel Alfredo Chade. O brasileiro Wagner Magalhães atuará como quarto árbitro; Delegado; Sérgio Corrêa da Silva e Inspetor, José Roberto Wright. Agende de enlace: Claudio Freitas.

Na partida preliminar, com artistas e ídolos do esporte, o trio de arbitragem será formado por Rejane Caetano da Silva (FIFA), Carlos Henrique Cardoso Souza (RJ) e Illian da Silva Ferndandes (RJ). Leandro Newley Belota (RJ) está escalado como quarto árbitro.

INGRESSOS – PONTOS DE VENDA FÍSICA

Quarta, das 10h ao fim do primeiro tempo
Estádio Nilton Santos (todas as bilheterias)

Quarta-feira, das 10h às 17h
Caio Martins, em Niterói
Sede do Fluminense, em Laranjeiras
Sede do Flamengo, na Gávea
Estádio do Vasco, São Januário

VENDAS PELA INTERNET

Ingressos: setores e preços (clique e entre no site para comprar)

Ingresso Solidário (clique aqui para ajudar)

Toda a renda líquida da partida será repassada à Associação Chapecoense de Futebol, que a utilizará integralmente para indenizar os familiares dos jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes, vítimas da queda do avião que levava o time para disputar a partida final da Copa Sul-Americana, em Medellín. A CBF, que está organizando o Jogo da Amizade, não ficará com qualquer porcentagem do valor arrecadado, que, como antes já salientado, destinar-se-á a reparar as perdas e danos sofridos pelas vítimas.

ARBITRAGEM PIAUIENSE

PREPARAÇÃO

24/01/2017 às 17:24 | Assessoria CBF

Pré-temporada 2017

A Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol do Piauí (CEAF-PI) realizou neste último final de semana a pré-temporada dos árbitros e assistentes que atuarão no Campeonato Piauiense de Futebol 2017 e demais competições da CBF. Participaram do evento 21 árbitros e 30 assistentes, que foram submetidos a três avaliações teóricas, vídeo-testes e aulas práticas. A pré-temporada teve início na última quinta-feira (19).

Para abrir as aulas teóricas, os profissionais receberam a ex-assistente e hoje instrutora FIFA e Secretária da Comissão de Arbitragem da CBF, Ana Paula Oliveira, para palestra de abertura. O coordenador do evento e presidente da CEAF-PI explicou a escolha por Ana Paula.

– O principal objetivo da presença de Ana Paula Oliveira foi definir uma uniformização da arbitragem nacional, em virtude das alterações ocorridas nas regras do jogo – afirmou José Steifel.

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A programação contou ainda com uma avaliação teórica e duas de vídeo, teste sobre as regras 11 e 12 e palestras da psicóloga Diana Márcia. As aulas de atividades práticas aconteceram na sexta-feira (20), no clube dos Servidores da Universidade Federal do Piauí (SINTUFPI).

O evento superou as expectativas e foi analisado pelo coordenador como de suma importância, mas Steifel alertou para as ausências e notas baixas.

– Durante esses quatro dias os árbitros puderam aprender mais, melhorar e enriquecer os conhecimentos no que diz respeito à natureza das infrações, como faltas imprudentes e temerárias, uso da força excessiva, faltas táticas e o toque de mão deliberado. Os ausentes estão fora de qualquer competição na atual temporada, bem como aqueles que obtiveram média global inferior a sete (7) – revelou Steifel.

A pré-temporada dos árbitros e assistentes foi promovida pela FFP e SINDAF/PI e contou com o apoio do Governo do Estado do Piauí, por meio da Fundação dos Esportes do Piauí (Fundespi), da Prefeitura Municipal de Teresina, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEMEL) e de outros parceiros, como o Sicoob, Podium Construções, Itacor, Saneser e SergSegue Vigilância e Segurança Ltda.

Fonte: Federação de Futebol do Piauí

http://www.cbf.com.br/noticias/fala-federacao/arbitragem-piauiense-participa-de-pre-temporada#.WJkEi_nhDIU